Seria lícita a formação auto-didata da fé?

segunda-feira, 28 de março de 2011





Texto de Dom Lourenço Fleichman OSB
  • As origens no livre-exame protestante
O que eu gostaria de assinalar é que o mundo moderno é movido por esse espírito da opinião. Em termos de religião, espalhou-se pelo mundo a religião protestante, justamente por causa dessa facilidade do livre exame, que deixa cada um com total liberdade de opinar sobre tudo. Essa troca constante de opiniões será necessariamente superficial, pois parte do princípio de que é a vontade do homem, e não sua inteligência, que elabora o pensamento; é o sujeito que pensa, ou seja, que “acha”, que importa, e não o objeto. Já não conta a Revelação, o dogma, a verdade, mas aquilo que brota de dentro do sujeito.

Por isso, ao debruçar-se sobre as realidades da sua Religião, todo católico deve estar atento ao espírito com que a estuda. Se a crise da Igreja é uma condição que obriga a todos a aprofundar seus conhecimentos do catecismo, da liturgia católica tradicional e da vida da Igreja, não se deve abusar dessa condição, achando que tal estudo possa ser feito sem orientação e sem o auxílio do sacerdote, e que todo mundo tem o discernimento necessário para orientar seu próprio estudo.

Houve época, é verdade, em que as almas foram abandonadas pelos padres e pelos bispos, logo após o Concílio Vaticano II. A graça de Deus permitiu, então, que algumas almas privilegiadas mergulhassem em estudos mais profundos, solitários, sem padres nem paróquias, pois estas estavam contaminadas pelo progressismo. Foi assim que ganharam importância fundamental na defesa da fé movimentos como Itinéraires, na França, ou SiSiNoNo na Itália, Roma, na Argentina, e outros espalhados pelo mundo. Aqui no Brasil, Gustavo Corção foi uma dessas inteligências privilegiadas. A fundação da Permanência foi realizada, em 1968, de modo a fugir da influência dos bispos e padres que, já então, destruiam a fé obrigando aos católicos a aderirem ao Vaticano II.

Estes grandes defensores da fé foram perseguidos e agiram para não abandonar a verdade. Serão expulsos das paróquias, perderão cargos importantes, sofrerão penas injustas e absurdas. A perseguição continuou por décadas, levando muitos a abandonarem nossas fileiras com medo de serem excomungados. Nasciam os neo-conservadores, aqueles que fugiam de Ecône, mas pretendiam manter a missa tradicional, como se isso fosse sinal suficiente de ortodoxia.

  • Seria lícita a formação auto-didata da fé?
Mas até que ponto vai esta necessidade de proteger a fé num mundo inimigo? Hoje, quando a internet aproximou os continentes e as pessoas, onde ninguém mais pode se sentir completamente isolado e sem conhecimentos; hoje, quando a Fraternidade S. Pio X espalhou seus padres pelos cinco continentes e onde seus bispos passam sempre que os fiéis precisam; hoje, onde esses padres da Tradição, formados dentro do espírito católico, rezando seus breviários e suas missas num altar tradicional, aguardam as almas virem como vinham às verdadeiras paróquias, podem os fiéis continuar a fazer sua formação sem a orientação sacerdotal? Podem eles tomar o controle de um apostolado que não lhes cabe, de uma missão que não lhes foi transmitida, como se não houvesse padres e bispos para fazê-lo?( Claro que não!).
Claro está que os padres dos nossos priorados poderão ser mais ou menos simpáticos, mais ou menos acessíveis, uns serão arrogantes, outros humildes; porém isso não é desculpa para ninguém, pois sempre foi assim na vida da Igreja.

A fé sobrenatural é que regula a aproximação filial para receber do sacerdote ou do bispo, mesmo se alguma reserva prudencial ainda deva estar presente. Mas não haveria um abuso alegar que a Fraternidade não é exatamente uma paróquia, o que isentaria os fiéis de uma submissão filial à orientação dos padres?

  • Fonte da submissão sobrenatural
Em que se baseia esta submissão pacífica dos fiéis diante dos seus padres e bispos? Ela vem do sacerdócio. É a instituição do sacramento da Ordem que separa estes homens do meio do povo para que “sejam intercessores entre Deus e os homens” (S. Paulo aos Hebreus).

Ao negar aos padres a colaboração e a submissão, escapando de sua orientação, para fazer sua obrinha pessoal, os leigos da Tradição entram, sem perceber, no mundo protestante do livre exame. Das duas uma: ou bem eles se acham no direito de publicar ou ensinar o que querem, o que seria propriamente protestante; ou eles argumentam que estão nas catacumbas, com a espada na mão, degladiando-se contra tudo e contra todos, sem perceber que diante deles não está mais um bispo progressista, mas um bispo da Tradição; não se pede aos fiéis de se submeterem a um padre laicizado saído do Concílio, mas aos padres formados por Mons. Lefebvre.

Na nossa Permanência, sempre comentamos a singular graça que recebemos – no momento mesmo em que Gustavo Corção morria – da aproximação de Mons. Lefebvre e de seus padres. Corção morreu em julho de 1978. Um ano depois, no início de 1979, recebíamos pela primeira vez a Mons. Lefebvre no Rio de Janeiro. Iniciava-se uma nova fase da nossa vida de defesa da fé. Já não teríamos de nos apoiar num sábio leigo abandonado por todos os padres e bispos, mas iluminado por Deus para conduzir um pequeno grupo de alunos a guardar a fé. Logo após essa vinda de Mons. Lefebvre, iniciou-se o trabalho de padres da Fraternidade S. Pio X entre nós: um acampamento foi realizado numa cidade do interior de Minas Gerais, em 1980, com os padres Faure e Ceriani; um retiro se realizou no Rio Grande do Sul, em 1981, com os padres Faure e Galarreta, então recém-ordenado. Mais tarde veremos aproximarem-se os padres de Campos, com quem manteremos contatos constantes até sua queda em 2001.

Acredito poder afirmar que, pela graça de Deus, soubemos manter o equilíbrio entre os tempos heróicos do isolamento total, quando não tínhamos padres nem instituições eclesiásticas para nos proteger, e os tempos atuais, iniciados naquele ano de 1979, marcados pela orientação segura dos padres e dos priorados da Tradição.

  • O farisaismo dos conservadores
Agora tomemos este primeiro elemento, o livre exame protestante presente na situação atual das almas, mesmo entre católicos, e acrescentemos uma pitada de legalismo. Este não é exatamente um respeito à lei, mas o uso da lei como escora para tirar de seus ombros a responsabilidade por seus atos. O fato das leis atuais serem promulgadas no sentido de destruir a fé e a Igreja não os abalam, e eles continuam invertendo o papel da obediência e o da fé. Como não conseguem olhar para a coisa em si, para o erro tal como ele aparece, mas são viciados na opinião subjetiva e totalmente livre, preferem dizer-se com o papa mesmo quando este erra. Para tanto, falsificam a noção de infalibilidade papal, escondem os erros do papa atribuindo-os a outros, e vivem atados a um sentimentalismo humano em seu relacionamento com o papa. Essa mistura do liberalismo e do legalismo gera esses conservadores que confundem suas próprias opiniões com a verdade.

  • Os teólogos da internet
O advento da internet, como eu dizia, aproximou as pessoas. As próprias instituições tradicionais, como a Fraternidade São Pio X ou, a título de exemplo menor, nossa Permanência, passaram a usar esta ferramenta para difundir a defesa da fé. Pouco a pouco tudo começou a ficar mais fácil na divulgação virtual. Primeiro esta divulgação era de ordem doutrinária, nos grandes sites. O mecanismo de atualização do conteúdo era lento e pesado, e isso limitava os abusos. Os sistema de “blog” com sua agilidade própria, criou uma rapidez na difusão de idéias e notícias que provocou uma verdadeira explosão de opiniões. Não falo nem dos sites de relacionamento, Orkut ou, mais tarde, o Facebook, pois neles atingimos as raias do delírio, onde o livre exame e o reino da opinião são acrescidos do narcisismo de quem quer ser visto e admirado. Essa revolução na difusão das idéias produziu uma nova casta: os teólogos da internet. De repente, por toda parte surgiram os novos doutores de uma novíssima teologia; cada um com sua idéiazinha própria, cada um querendo impor seu ponto de vista, cada um com sua opinião!

Chega a ser engraçado analisar rapidamente o conteúdo desses blogs. A feira é gigantesca, vende-se de tudo, dos grandes doutores sede-vacantistas, dogmatizando tudo e levando o seu Livre Exame Protestante-Tradicionalista ao ponto de esmagar toda e qualquer autoridade acima deles, passando pelos grandes moralistas desenhando roupas exclusivas para a mulher Protestante-Tradicionalita, para chegar, lá em baixo, nos formidáveis jornalistas do neo-Protestantismo-Tradicionalista-Conservador, que, seguindo de perto a escola de Comunicação da Puc, manipulam as notícias para formar opiniões.

Todos eles partem do mesmo princípio: o que eu penso, o que eu acho, minha opinião – isso tudo sendo apresentado como dogma, como verdade infalível, exigindo dos demais submissão, porque tem lá uma lei que, segundo eles, obrigaria a obedecer.

  • Você é um católico da Tradição?
O que deve, portanto, significar de modo profundo e sobrenatural, o termo Tradição? Apenas porque somos ligados à Fraternidade S. Pio X? Ou porque assistimos a missa Tridentina? Ou ainda, porque combatemos Vaticano II? Não é isso que nos faz fiéis da Tradição. Por outro lado, esses conservadores de todos os matizes, pedantes e falsamente obedientes, resvalando como estão na religião da opinião, podem pretender ser católicos da Tradição?


O católico da Tradição é quem, em tudo, age pela Fé sobrenatural: “Meu justo vive de Fé” (Galatas, 3, 11)


O católico da Tradição baseia seu conhecimento naquilo que é verdadeiro, infalível e profundo, buscando a coisa como ela é, na sua realidade, e não na opinião que, subjetivamente, se forma no coração do homem.


O católico da Tradição fortalece seu espírito na Esperança teologal ao se deparar com os erros atuais, inclusive quando são difundidos pelo papa e por Roma; não o escondem, não o justificam, preferindo considerar, com a Imitação de Cristo, o que foi dito e não quem o disse.


O católico da Tradição prova seu amor e seu zelo pela Igreja dando sua vida por Nosso Senhor, não se importando com as duras perseguições que sofre ao denunciar o erro, mas unindo-se ao Cristo crucificado, na Paixão da Igreja.


Na prática, deve sempre o católico da Tradição estudar a doutrina e os eventos relativos à crise da Igreja na sua profundidade, com humildade e espírito de obediência, sempre se perguntando se conhece de fato o que é essencial, e não apenas situações secundárias. Jamais passaria pela cabeça de um católico da Tradição, fazer chacota e piada com os escândalos que nos massacram, como fazem esses superficiais conservadores. E isso é sinal de que não podem ser verdadeiros católicos da Tradição.


Finalmente, o Católico da Tradição reza sem cessar, confia a Deus seus cuidados e seus sofrimentos, pedindo que lhe venham as graças necessárias para perseverar na verdade acima de tudo, preservando-o do espírito superficial e subjetivo.


Só assim poderá o católico desenvolver em sua alma uma personalidade espiritual, a essência do seu catolicismo, a fé verdadeira fundada na verdade e o amor perfeito que dá a vida por Cristo crucificado e pela Igreja.


7 comentários:

Sandro de Pontes disse...

Giovana, salve Maria.

O que irrita ao ler este tipo de texto escrito por Dom Lourenço não é, e nem poderia ser, as verdades que ele apresenta, mas a forma com que se expressa deixando bem claro que todo católico que não adota a posição adotada por ele não está no verdadeiro caminho. Resumindo: o "papa" ensina heresias em seus livros e nos documentos “magisteriais”, tem ligações com maçons, judeus, protestantes, hindus e demais inimigos da fé, profana a Igreja com leis iníquas, cria e celebra missa protestante, proíbe a missa católica, abandona objetivamente a verdade ensinada desde São Pedro até Pio XII, etc, etc, etc....por tudo isso e muito mais cada um corre por si na base do “salve-se quem puder”. Porém, para Dom Lourenço, para os montfortianos e para praticamente 100% dos tradicionalistas quem não pensa como eles e não "interpreta" a crise como eles não está no reto caminho, é um exibido, um pseudo-doutor que deve ser esmagado, ridicularizado, diminuído, sempre, claro, com bravatas como a muito Dom Lourenço vem apresentando, mas sem nunca apresentar, com exceções de alguns padres da FSSPX, objeções sérias que merecem ser refletidas.
Poupe-me, Dom Lourenço, poupe-me...o senhor que diz que não devemos agir pelo nosso “achismo” deveria saber que mesmo os santos souberam discordar em épocas de crises, inclusive papais, apresentando argumentos sem rebaixar o interlocutor. É essa atitude que falta ao senhor. Enquanto não a adquire, rezo, sem no entanto ser tão exigente com relação a sua postura diante dos sedevacantistas pois penso que diante de Deus o senhor será excusado deste pecado contra o oitavo mandamento repetido a torto e a direito. Afinal, o seu "papa" vive o decepcionando, de modo que o senhor fica, e isso é certo, psicologicamente abalado, e quem está abalado não raciocina de acordo com a caridade católica tão necessária aos dias monstruosos pelos quais atravessamos.
É a velha sina do "siga-me ou morra", que insiste em se perpetuar em território tupiniquim, do qual muitos dos meus pares sedevacantiststas, infelizmente, não estão livres.

Abraços a todos,

Sandro

Giovana disse...

Salve Maria!

hummm ... depois que eu postei este artigo, sabe que eu pensei que vc daria mesmo uma resposta??? Óbvio que não o coloquei aqui para irritar ninguém e muito menos vc meu querido amigo Sandro; mas confesso que depois que o reli umas 3 vezes, pensei em vc e no que vc provavelmente pensaria deste texto.

Sinta-se sempre muito a vontade para comentar em meu Blog.


fiquemos com Deus!

Sandro de Pontes disse...

Giovana, salve Maria.

Esta atitude muitas vezes oriunda dos meios tradicionalistas realmente me irrita: para muitos, quem não adota a mesma atitude deles não sabe nada!
Mas a verdade é que devemos agir com extrema cautela nessa crise, apresentando nossos argumentos sempre desconfiando de nós mesmos, que somos falíveis e podemos errar. Desta maneira se deve fazer apologética hoje em dia, onde a ausência de um papa (ou pelo menos de um papa legitimamente católico, como preferem nossos interlocutores) nos impede de sanar todas as dúvidas surgidas diante de tantos atos de apostasia vindos de Roma, (“guardiã e mestre infalível da verdade”, de acordo com Dom Lefebvre).
Em outras palavras: para que atacar tão duramente quem me contraria? Para que me colocar em uma posição onde eu deixo claro que todos os católicos, em todos os cantos do mundo, devem adotar exatamente a posição que eu adoto e que julguei mais conforme a doutrina da Igreja diante da apostasia do general? Claro que a meu ver o sedevacantismo é a única posição plenamente defensável diante de Lúcifer sentando no trono, mas é preciso compreender que existem pessoas que amando a doutrina da Igreja e a compreendendo preferem não adotar tal posição. Então todo mundo que discorda de mim é isso, é aquilo?
Na verdade a crise só será resolvida quando tivermos novamente um papa (ou um papa plenamente católico, como querem os tradicionalistas). Mas até este dia nosso dever é manter a caridade, que nunca fez mal a ninguém, e é ainda mais indicada diante da situação apocalíptica pela qual atravessamos e que tem jeito de final dos tempos.

Abraços,

Sandro

Giovana disse...

Salve Maria!

Sabe Sandro se alguém me perguntasse: vc é da Montfort? Minha resposta é não; porém tenho bons amigos lá. Caso me perguntassem, vc é da Fraternidade? Novamente a resposta seria não; mas confesso que tenho muita simpatia por eles. Fossem além e perguntasse, vc é sedevacantista? Não, seria a resposta outra vez; porém entendo e enxergo o que os sedevacantistas pensam e tenho em vc um grande amigo. Então vc é da TFP? Novamente digo que não, e apesar de não ter simpatia pela TFP, conheço pessoas de muita fé que estão dentro deste movimento. E por aí vai...

O que digo? Digo que sou Católica Apostólica Romana aberta a ter uma conversa civilizada com todos que como eu esperam que Deus coloque um fim ao nosso sofrimento; que é sofrimento de ver a quantas anda a Santa Igreja!

Este artigo mostra bem o pensamento da Fraternidade, ou pelo menos, da grande maioria da Fraternidade. Não fiz comentário algum neste texto porque não me vi apta a comentá-lo; mas gostei de sua colocação, pois nos leva a refletir além neste mesmo texto.

Obrigada como sempre e sigamos firmes!

Sandro de Pontes disse...

Giovana, salve Maria.

Gostaria de realçar que ao defender isso que defendi acima não estou dizendo que a questão sobre Bento ser papa ou não é irrelevante, pois é claro que ela não é. Mas o que estou dizendo é que aqueles que realmente amam a Igreja devem procurar entender que ela passa por uma situação catastrófica, nunca antes vista e vivida, de modo que ao invés de criticar tão acidamente os demais irmãos deve-se procurar entender os argumentos que os levaram a adotar posições diferentes das adotadas por nós.
E quer saber mais? Muitos tradicionalistas falam muito, usam de muita bravata e falta de caridade para se referir a sedevacantistas e conservadores. Atacam a posição destes sem atacarem os argumentos, objetivamente falando. Isso realmente é algo que me incomoda.

Abraços,

Sandro

Benício Francisco disse...

Salve Maria

Estou vendo que este blog e muito bom para crescer na fé.
E devemos sim defender nossa verdadeira fé católica.
Faço parte do Movimento Salvai Almas
E temos um Profesta Católico chamado Claúdio caso lhe interesse possa vê o Site
www.recadosaarao.com.br / www.salvaialmas.com.br

Que Deus em sua infinita misericordia sempre a ilumine
Benicio

Giovana disse...

Salve Maria!

Benício eu conheço o Salvai Almas faz uns 14 anos e conheço o Arnaldo, já o Cláudio eu não o conheço pessoalmente. Sei do excelente Católico que o Arnaldo é, e tenho alguns livros do Salvai Almas, alguns eu gosto bem, outros nem tanto ... mas confesso, pois não gosto de mentiras, que tenho algumas ressalvas em relação as mensagens do Cláudio.

Fiquemos com Deus!

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Salve Maria!

Que o Espírito Santo conduza suas palavras. E que Deus nos abençoe sempre.

***Caso o comentário seja contrário a fé Católica, contrário a Tradição Católica SERÁ DELETADO, NEM PERCA SEU TEMPO!
***Para maiores esclarecimentos: não sou adepta deste falso ecumenismo, não sou relativista, não sou sincretista, não tenho a mínima vontade de divulgar heresias; minha intenção não será outra a não ser combater tudo que cito acima!

Por fim, penso que esclarecidas as partes, que sejam bem vindos todos que vierem acrescentar algo mais neste pequeno sítio.