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Minha amiguinha soma à Modéstia sua beleza, pureza e principalmente sua fé!

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

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Esta linda garota é minha amiguinha e filha de um casal maravilhoooooso!

Salve Maria!

A Luciana Lachance pediu que eu cedesse esta foto para que ela pudesse fazer este lindo banner para divulgação de seu novo Site sobre a  Modéstia Mariana; porém justiça seja feita, todos os elogios que esta foto possa vir receber, devem ser direcionados ao casal Rosinha e Dirceu, pais da Marina a garota do banner!

Então faço uma pequena homenagem a minha querida amiga Rosinha aqui neste espaço:

Força amiga, fiquemos firmes na fé e felizes por termos uns aos outros, não estamos só!

Quero também divulgar os Blogs da Luciana, todos excelentes, impecáveis e dignos de muita admiração:

- As Chamas do Lar Católico

- Teus Vestidos

- E finalmente o novíssimo site: Apostolado Maria Santíssima e Modéstia.


Parabéns querida Luciana e Wladimir pelo Site e pelo Enlace Matrimonial!


Fiquemos com Deus!

Modéstia Social.

sábado, 18 de setembro de 2010

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 Não desperte maus pensamentos....


O QUE SE QUER DIZER COM MODÉSTIA SOCIAL?
Modéstia social pode ser definida como a virtude que procura proteger a castidade de outras pessoas, ou ao menos busca não colocá-las em risco. É sempre cuidadoso evitar qualquer coisas que busque gerar maus pensamentos e desejos em outros, ou a levá-los a ações pecaminosas.
A modéstia social exige adornos decentes na presença dos outros, e mesmo em casa; exige evitar toda familiaridade indevida, especialmente com pessoas do sexo oposto, olhares, palavras e gestos sugestivos, etc.; e, em geral, uma prudente reserva na aparência e no comportamento geral. Tudo isto também por zelo à pureza das outras pessoas.
A IMODÉSTIA SOCIAL É, DO MESMO MODO, PECAMINOSA?
Novamente, há aqueles que tentam excusar de pecado se não há má intenção unida à imodéstia social. Assim, não vêem nada de errado usar um vestido imodesto quando somente se tem a intenção de andar na moda. Sim, a imodéstia social é errada, e pode ser seriamente pecaminosa. Pois, neste caso, outro mandamento está envolvido: a lei da caridade.
Sem levar em conta as intenções de alguém, existe a obrigação de consciência de evitar tentações desnecessárias aos outros por meio de tal imodéstia, seja pela vestimenta, seja por outro meio.
ELA É UM PECADO MORTAL OU VENIAL?
Se alguém tem a intenção de tentar a outros pela imodéstia, é sempre um pecado mortal, não importa quão pequena a imodéstia possa ser. Quando esta má intenção não se encontra presente, devem ser aplicadas as mesmas regras que são utilizadas para a imodéstia pessoal: uma imodéstia séria, que cause sérias tentações a alguém, constitui um pecado mortal; se não é séria, é pecado venial.
A imodéstia social é classificada entre os pecados de escândalo. Não somente um escândalo sério ou grave é pecado mortal, mas é algo muito grave. Isto se prova pelo terrível “ai” pronunciado por Jesus contra os escandalosos, e esta terrível condenação: “Melhor lhe fora que uma pedra de moinho lhe fosse posta ao pescoço e o lançassem ao mar” (S. Marcos IX, 42).
“Quantas jovens há que não vêem nenhuma má ação ao seguirem certos estilos vergonhosos, como se fossem ovelhas. Elas certamente corariam se pudessem adivinhar à impressão que causam e os sentimentos que produzem naqueles que as vêem. Não vêem elas o mal que resulta do excesso em certos exercícios de ginástica e nos esportes que não são desejáveis às moças de virtude? Que pecados são cometidos ou provocados por conversações que são muito livres, por apresentações imodestas, por leituras perigosas. Ah, quão relaxadas se tornaram as consciências, quão pagã a moral!” (Pio XII, 17 de julho de 1954).

Modéstia no vestir (Dra. Ivone Fedeli)

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

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Salve Maria!  Esta entrevista é muito interessante e os argumentos da Dra. Ivone
também baseiam-se na Aparição de Fátima (Jacinta), vale a pena ouvi-la!




Ivone Fedeli - A moda na Igreja Católica Apostólica Romana..mp3



Entrevista à Rádio Italiana.

Uso do véu nunca foi abolido!

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

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Por quase 2000 anos, mulheres Católicas se cobriram com o véu antes de adentrarem na Igreja ou em qualquer momento que estivessem na presença do Santíssimo. 

Está escrito no Código de Direito Canônico de 1917: Cânon 1262, que a mulher tem que cobrir suas cabeças--"especialmente quando se aproximam da mesa sagrada" (altar). "Mulieres autem, capite cooperto et modest vestitae, maxime cum ad mesnam Domincam accedunt".Mas Durante o Concílio Vaticano II, Bugnini (o mesmo Maçon que designou a Missa do Novo Ordo), quando indagado por jornalistas se as mulheres deveriam continuar a cobrir suas cabeças, sua resposta talvez bastante inocente, foi de que este tópico não estava em discussão. 

Os jornalistas (como eles costumam fazer o que querem com o ensino da Igreja) tomaram esta resposta como "não", e imprimiram esta incorreta informação pelo mundo a fora. A partir daí, mulheres do "mundo do Novo Ordo" perderam a Tradição. Após tantos anos de repúdio e/ou indiferença ao véu por parte das mulheres e num contexto geral, o Vaticano (como é de costume após o CVII), não querendo confrontar e/ou decepcionar as feministas, simplesmente fingem que o problema não existe.

Quando o Código de Direito Canônico de1983 foi produzido, a questão do véu simplesmente não foi mencionada (não foi abolida, simplesmente não mencionada). De qualquer forma, Cânones 20-21 do Código de Direito Canônico de 1983 deixa claro que a nova Lei Canônica só abole a Velha Lei Canônica quando eles escreverem explicitamente isto, e que em caso de dúvidas, a Lei Antiga não deve ser revogada, pelo contrario; Cânon 20 (Código Direito Canônico).

Consequentemente, de acordo com a Lei Canônica e o costume, a mulher continua tendo o dever de cobrir suas cabeças. O véu cristão é um assunto muito sério, e não somente um que diz respeito à Lei Canônica, mas também o de 2 milênios de Tradição da Igreja --na qual se encontra na Tradição do Velho Testamento e no Novo Testamento, aonde São Paulo escreveu: 1. Tornai-vos os meus imitadores, como eu o sou de Cristo. 2. Eu vos felicito, porque em tudo vos lembrais de mim, e guardais as minhas instruções, tais como eu vo-las transmiti. 3. Mas quero que saibais que senhor de todo homem é Cristo, senhor da mulher é o homem, senhor de Cristo é Deus. 4. Todo homem que ora ou profetiza com a cabeça coberta falta ao respeito ao seu senhor. 5. E toda mulher que ora ou profetiza, não tendo coberta a cabeça, falta ao respeito ao seu senhor, porque é como se estivesse rapada. 6. Se uma mulher não se cobre com um véu, então corte o cabelo. Ora, se é vergonhoso para a mulher ter os cabelos cortados ou a cabeça rapada, então que se cubra com um véu. 7. 

 Quanto ao homem, não deve cobrir sua cabeça, porque é imagem e esplendor de Deus; a mulher é o reflexo do homem. (1 Corinthians 11:1-7) De acordo com São Paulo, as mulheres usam o véu como sinal que Sua Gloria, (não da nossa) deve ser o foco de Adoração, como sinal de submissão á autoridade. É o reconhecimento e um sinal de se ter Deus e o marido (ou pai, de acordo com cada caso) como cabeças, é um sinal de respeito á presença dos Santos Anjos e da Liturgia Divina. Usando o véu, se reflete a ordem invisível divina; e fazem as mesmas visíveis. Isso São Paulo apresenta claramente como uma lei, uma que é a prática de toda Igreja. Algumas mulheres, influenciadas pelos pensamentos das feministas "cristãs", acreditam que São Paulo estava a falar dos homens de sua época.

Agora, peço aos leitores para relerem atentamente a passagem bíblica sobre o véu e repare bem que São Paulo NUNCA se intimidou em quebrar desnecessários tabus. Foi o próprio São Paulo quem enfatizou várias vezes que a circuncisão e toda a Lei Mosaica não eram necessárias --e isto era enquanto ele falava a Cristãos hebreus! Não, a Tradição e lei do uso do véu não é uma questão de São Paulo ser influenciado por sua cultura, o véu é um símbolo que é tão relevante como à batina de um Padre ou um habito de uma Irmã de Caridade. Repare também que Paulo não está de maneira alguma praticando à misógina aqui. Ele nos assegura que, a mulher foi feita para a glória do homem, assim como o homem foi feito para a glória de Deus. O homem precisa da mulher, e a mulher do homem. Mas existem diferenças no papel de cada um, ambos são dignos, mas diferentes --e tudo para a glória de Deus (e obviamente que devemos tratar um ao outro com caridade!). 

O véu é também um sinal do reconhecimento das diferentes funções de cada um. O véu é ainda sinal de modéstia e castidade. É sinal de recolhimento e de obediência para com Deus, com a Tradição e com a Igreja.

Fonte: Blog Tradição.

Nossa Senhora, exemplo perfeito de modéstia

quinta-feira, 15 de julho de 2010

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Por Luciana Lachance

Nossa Senhora, exemplo perfeito de modéstia


Pode-se afirmar que a mulher, “olhando para Maria, nela encontrará o segredo para viver dignamente a sua feminilidade e levar a efeito a sua verdadeira promoção.” JPII

Quando dizemos que Nossa Senhora é exemplo perfeito de modéstia, queremos dizer não apenas que Ela foi modesta como nenhuma outra jamais foi ou será, mas estamos precisamente dizendo que Ela é a modéstia por excelência, i.e., não é Maria Santíssima quem encarnou os atributos da modéstia, mas foi Ela quem deu razão para que os atributos existissem.

O exemplo de Nossa Senhora é perfeito porque perfeita é a Mãe de Deus, e como Suas filhas devemos seguir a Sua modéstia, e não a modéstia dicionarizada ou a modéstia contemporânea fora de seu contexto católico. É esta modéstia - e nenhuma outra que não seja por Ela, ou para Ela - que nos manterá na salvaguarda de nosso corpo, onde habita Deus[1], e de sermos ocasião próxima de pecado.

Alguém poderá dizer: “Que absurdo eu ser modesta como Nossa Senhora! Certamente jamais conseguiria tal coisa!”, e com isso nós concordaríamos facilmente, uma vez que ninguém pode ser como Nossa Senhora em nenhum aspecto, posto que uma agulhada numa roupa dada por Maria deu mais glórias a Deus que todas as obras e sacrifícios de todos os santos que já existiram.[2] Mas como o próprio Deus nos exortou a ser santos como Ele (“Sede santos como vosso Pai Celestial é santo” Mt 5, 48), entendemos com isso que temos a obrigação de buscar a santidade, embora não possamos ser como Deus. E como aquele que busca está naturalmente atrás (poderíamos dizer abaixo) de algo, foi-nos dado o exemplo de realmente buscar Deus, que é perfeito (coisa que jamais seremos) e não alguém santíssimo, porém humanamente viável – pois se nosso exemplo fosse humano, não teríamos os santos grandiosos que temos.

A história de todos os santos é uma história dessa busca pela santidade de Deus, que em si mesma sendo inalcançável, pela graça redentora torna-nos possível participar dela. Os santos tiveram certamente como exemplo, outros grandes santos e santas atrás deles, mas apenas porque esses também buscaram a Deus e lhe facilitavam o caminho nessa mesma busca. Por isso eles foram santos. E se nós quisermos ser modestas, teremos de buscar aquela que é a pura modéstia, Nossa Senhora, e não faremos isso nos justificando a todo o momento de que não é possível ser como Ela. Já sabemos disso. Nossa obrigação permanece: como ser santo é a recompensa de quem busca a Deus, ser modesta é a de quem busca Nossa Senhora.

Mas o que significa dizer que Nossa Senhora é mesmo nosso modelo de modéstia? Será que é por acaso apenas usá-La como inspiração nas nossas orações, enquanto para a nossa conduta moral vamos atrás das celebridades das novelas e de Hollywood? Quais são nossos reais entraves para tê-La como modelo? Será que ao falar das modas e das roupas adequadas a uma cristã, a impossibilidade é a de cobrir “muito” o nosso corpo ou é a nossa impossibilidade – construída pelo apego de longos anos – de nos enxergar numa imagem totalmente diferente da “mulher ideal” apresentada em nossos dias?

Sim, porque a mulher imodesta de nossos dias não se restringe àquelas que usam micro-comprimentos, mas sobretudo, a que deseja ser eternamente jovem, cujos braços estão à mostra numa regata que tampouco cobre completamente a sua barriga, e cujo complemento é quase sempre uma calça jeans ou uma saia acima dos joelhos; ou aquela que veste terninho em alguns trabalhos, que usa vestidinhos de alcinha em outros, que deixa o sutiã aparecer e que usa biquíni ou maiô na praia.

Não é exatamente isso o que as católicas, de uma maneira geral, estão usando? Mas se o mundo hoje não é mais influenciado pela Civilização Cristã - mas a odeia de morte - não é contraditório achar que a Moda deste mundo produziu tantas coisas para serem usadas pelas católicas, sem ferir a modéstia? Se a moda atualmente é produzida (pensemos nos estilistas, nos patrocinadores, nas grifes, nos modelos de beleza) apenas por pessoas sem qualquer valor evangélico, como acreditar que essa mesma moda atenda às necessidades da mulher católica, que precisa defender a sua pureza? Ou o mundo não é mais mundo ou estas mulheres católicas querem forçadamente igualar moda mundana com moda modesta, como se fosse possível agradar a Deus e a satanás.

Se a moda, como pretendem alguns, fez tantas roupas que estão aí para serem usadas pelas católicas que têm Nossa Senhora por modelo, então por que a idéia de ver Nossa Mãe vestida com esses trajes da moda atual nos aterroriza? Por que nos sentiríamos ofendidas se víssemos uma imagem de Maria usando calças ou regata? Não apenas diríamos que isso estaria inadequado ou que não haviam calças na época de Nossa Senhora, mas sentiríamos verdadeiro furor. No entanto, alguma de nós fica indignada ao ver Nossa Senhora de Dong Lu vestida de maneira tão diversa da que estamos acostumadas? Não. Então, no fundo, sabemos que grande parte do que a moda atual comercializa – consumida pela grande maioria – é mesmo indigno da mulher católica; não só porque é indigno de vestir uma Rainha, mas porque indigno moralmente

Lembramos que as católicas antes de nós não chegaram até o século XX com determinado padrão dos comprimentos das roupas por feliz coincidência, ou porque nenhuma delas quis “interpretar” os princípios morais da Igreja de maneira divergente. Séculos se passaram – com suas extravagâncias, com seus decotes condenáveis – mas um padrão de modéstia na veste feminina se manteve (tal como podemos verificar facilmente em qualquer história da moda) porque regras foram rigorosamente estabelecidas e seguidas.

Hoje algumas católicas sentem verdadeira frustração por terem de mudar a sua imagem de maneira tão radical, e sofrem porque não entendem que padrão de modéstia é esse que precisa ter todo o corpo “tapado”. Uma vez que as pessoas foram tão despidas, e que a maioria das filhas de Nossa Senhora usa roupa de praia sem maiores constrangimentos, parece inexplicável ter que aumentar o tamanho de uma manga ou de uma saia. Mas se a mulher católica admite que os princípios da Igreja para a modéstia não mudam, e apesar disso escolhe um vestido de alcinhas para casar e comungar, então ela está ridiculamente contradizendo a si mesma afirmando que segue os mesmos princípios de uma católica piedosa do século VI ou do século XVII.

Podemos admitir que éramos ignorantes e não nos era conhecido o fato de que andávamos por aí de maneira escandalosa, apesar do intuito de sermos boas pessoas, ou podemos passar o resto da vida sendo ocasião de pecado e completamente empedernidas no objetivo de tornar modestos todos os modelos aos quais estamos apegadas.

A exortação de ter Nossa Senhora como modelo de modéstia não é apenas uma sugestão piedosa, ela é uma obrigação moral, pois se somos católicas devemos imitar Nossa Mãe em tudo. Nossa Senhora deve e de fato serve de exemplo a todas as vocações femininas, pois se tendemos a pensar Nela apenas como contemplativa, silenciosa, em constante oração (e rapidamente A associamos com a vida de religiosa ou consagrada), nos esquecemos de que Nossa Senhora foi esposa, mãe e rainha do lar. E como esse papel foi duramente atacado nas últimas décadas, já não podemos conceber a maternidade como a Igreja nos ordena, mas colocamos em seu lugar a imagem de que a mulher casada tem a constante preocupação de manter a aparência em disputa com as demais, como se para manter o casamento ela precisasse sempre estar no “páreo”.

Tragicamente, dizemos que a mulher casada não “pode” estar tão modestamente vestida, como se nossas obrigações de ser uma digna esposa e cuidar dos filhos exigisse menor quantidade de pano. A vocação da mulher casada foi transfigurada porque antes a própria mulher o foi; o matrimônio se transformou num espaço que legitima a conduta de tantas mulheres que reproduzem o estilo de vida antes reservado àquelas que escolhiam a perdição: preocupação constante de não engravidar, de não envelhecer e de realizar desejos sexuais. Quantas de nós já não repetiram a infame máxima de que se quiséssemos ser “puras” teríamos virado freiras?

Mudar com vistas à verdadeira modéstia é também o desafio de superar essa terrível imagem, pois muitas são as que desistem da mudança por não querer perder o interesse do cônjuge. Elas têm medo de perder, na terra, algumas falsas “prerrogativas”, mas não temem arriscar a eternidade. Não seria mais prudente ajudar também o seu esposo a purificar o seu olhar e juntos serem um autêntico casal católico?

Por fim, é bastante lamentável que algumas católicas estejam tão ávidas em afirmar a impossibilidade de cobrir “tanto” o corpo como Nossa Senhora, contradizendo o clássico testemunho de tantas santas que assim o fizeram em 2000 anos de civilização cristã. No momento de fazer tal reivindicação, as católicas do século XXI reclamam do sol ou do vento, do trabalho, dos esportes radicais e acusam de puritanismo qualquer menção da necessidade de pudor na veste. Mas não se trata simplesmente de aumentar arbitrariamente o tamanho das mangas ou saias, mas antes de tudo, de tomar consciência das transformações pelas quais passamos, não só na moda, mas de toda uma concepção do papel feminino no mundo. Se algumas dessas transformações foram violências cometidas contra o nosso pudor e a nossa religião, nós temos o direito de saber e a obrigação de reagir.

Sim, nós usávamos biquíni desde que nascemos, mas uma vez que sabemos a história monstruosa por trás desse costume, não podemos passar os próximos anos em abstinência, para a glória de Deus? Recebemos esta graça e acaso vamos jogá-la fora porque hoje a sociedade nos diz que tudo foi superado? A mesma sociedade que legitima o aborto, o divórcio, a imodéstia e tantas coisas mais? O que é isso? Estamos no cúmulo da mediocridade traindo a nós mesmas?

Para aquelas que enfrentam tantas dificuldades na hora de mudar, mas que estão sinceramente empenhadas em fazer a sua parte para ter Nossa Senhora como modelo absoluto de modéstia, eu indico o Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, e também o texto Da obrigação de tender a perfeição, de Adolph de Tanquerey[3]². Se o seu desejo de seguir a moda é forte e está atrapalhando a sua mudança, o tratado ensina como “trocar de vontade” com Maria, de maneira que tudo pode ser entregue nas mãos de quem certamente fará infinitamente melhor para Deus. E se ainda assim a sua vontade quer estacioná-la no caminho de santidade, o texto de Tanquerey nos relembra que “se deixamos de fazer esforços por avançar, os nossos vícios acordam, retomam forças, atacam-nos com mais viveza e freqüência. (...) O meio mais eficaz para assegurar a salvação da alma, é tender à perfeição, cada um segundo o seu estado”.

São palavras que nos exortam no que toca nossa grande responsabilidade de buscar o Céu e fazer uso do sacrifício que Nosso Senhor fez na cruz, pois por vezes nos esquecemos de como esse caminho é árduo, e por isso flertamos com o perigo ou com a moda, como diz o Papa[4].

Como ensina São Luis Maria Grignion, esse caminho será suavizado com Nossa Senhora, por todas as graças que Ela derramará nas nossas vidas, caso desejemos estar inteiramente submissas ao Seu sacratíssimo exemplo.

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[1] “Vocês que piedosamente vestem o altar e o sacrário nunca devem esquecer que carregam Deus dentro de si pela habitação da graça em suas almas. Essa presença divina faz não só suas almas, mas também seus corpos, templos sagrado”. S.S Pio XII
[2] Tratado da verdadeira devoção à Santíssima Virgem. São Luis Maria Grignion de Montfort
[3] Disponível em: http://www.permanencia.org.br/revista/teologia/tanquerey.htm
[4] “Queremos insistir de uma maneira especial, porque, por um lado, sabemos que certos estilos de vestuário que estão começando a ser aceitos pelas mulheres são provocadores do mal, e por outro lado nos causa espanto ver que quem favorece o veneno parece ignorar a sua ação maléfica, e quem incendeia a casa parece ignorar a força destruidora do fogo. Mas somente a suposição de tal ignorância torna explicável a infeliz extensão que teve em nossos dias uma moda tão contrária àquela modéstia que deveria ser o mais belo ornamento da mulher Cristã”. S.S Bento XV

Modéstia no vestir!

quarta-feira, 28 de abril de 2010

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Poder Feminino



Por Julie Maria



O homem quer ver, a mulher quer ser vista; o homem quer conquistar, a mulher ser conquistada: é a natureza das coisas. Por mais que digam que isso é “imposição”, lá no fundo, se fomos sinceros, veremos que a realidade das naturezas masculina e feminina é assim. A natureza humana também colocou essa atração na base do relacionamento humano, pois - apesar de que nenhum matrimônio sobrevive apenas à base da atração - o relacionamento entre um homem e uma mulher geralmente começa com ela.


Não é difícil para a mulher atrair o homem, mas nós estamos sendo instigadas pela mídia e ideologias pagãs a atraí-los sendo impuras, imodestas, indecentes e vulgares. Entretanto isso é totalmente contrário à nossa vocação, e mesmo que existam basicamente duas maneiras de atrairmos o olhar do homem - pela nossa pureza ou pela nossa impureza – apenas uma é digna: pela pureza, e essa decisão se reflete na nossa maneira de comportar e de vestir.


A mulher que atrai o homem pela sua pureza se veste de forma feminina e modesta; a mulher que atrai pela impureza está vestida de maneira indecente e vulgar. Neste último caso a visão masculina é, forçadamente, atraída para as partes sexuais do corpo feminino mostradas pela roupa usada (decotes, roupas justas ou transparentes), e tenderá a cometer pecados impuros por pensamento ou atos, e sem a graça da conversão, o homem ainda achará “normal” sua atitude, afinal a mulher buscou e “conseguiu” esse tipo de atração. Sendo assim, não sentirá culpa ou remorso, pois entenderá que a própria mulher quis ser olhada com desejo “libidinoso”, e ele apenas consentiu com sua vontade. As mulheres seminuas que inundam as ruas, as novelas, os programas de auditório, ou que se afanam de ter homens tirando fotos de suas nádegas (vestidas propositalmente com uma saia-cinto que mostra essa parte sexual do seu corpo) são o ápice desse tipo de atenção depravada requerida - e tida - pela mulher.


Ambos, homem e mulher, atuam nesse caso como seres infra-humanos, e não digo de forma “animal”, pois os animais não fazem este tipo de aberração devido ao seu instinto ser governado pela sabedoria divina, e eles não podem recusar obedecer a ela; já os homens podem e, de fato, recusam a viver conforme sua altíssima dignidade, como nesses casos citados.


Já a atração que uma mulher feminina e modesta exerce sobre o homem é uma atração saudável, que faz parte da natureza e da psicologia humana. É atração pelo belo, puro, nobre, e por aquilo que é diferente e complementar da natureza uni-dual do ser humano. Esse tipo de atração, em ultima instância, eleva o homem a Deus, pois ele agradece e louva o Senhor por essa obra prima da criação. A atração antinatural do imodesto e impuro denigre o homem, e é mais fácil ele pensar no prostíbulo do que no céu ao ver “partes sexuais desconexas da pessoa”. É difícil para nós, mulheres, entendermos tal fato, pois nossa psicologia não atua dessa forma. Mas com docilidade vamos poder compreender e ajudar nossos irmãos.


A atração masculino-feminina querida por Deus é aquela onde o homem não se “prende” em nenhuma parte do corpo e busca o rosto da mulher e seu olho, que deve ser puro como seu coração e seu corpo, e através do seu olhar faz acender o desejo de esse homem ser um melhor esposo, pai, e cristão. De qualquer forma, homem e mulher são sempre dignos de olhar e serem olhados como pessoa, e jamais como objeto. Mas é à mulher que compete, em primeiro lugar, impor respeito pelo seu comportamento e pela sua maneira de vestir. Por isso, a reforma moral de que a sociedade está sedenta só poderá começar pela purificação da mulher.


Quando o homem vê a mulher vestida de forma feminina e modesta e ainda assim tem pensamentos impuros, ele sente profunda dor, pois sabe que a violentou em seu coração, já que ela não lhe deu permissão para isso. Ele tem nesse momento – através do comportamento e da veste da mulher modesta – a oportunidade de se arrepender e recomeçar a jornada de aprender a olhar o outro, e especialmente o sexo oposto, com o mesmo olhar puro de Deus, e nisso encontrar a alegria que nenhum ato impuro pode, jamais, oferecer.


Enquanto a impureza, a imodéstia, o adultério – por pensamento ou ação – são vistos como algo “normal” por meio da TV com suas novelas, programas, atrizes e bailarinas que vivem à custa da sua impureza e das dos outros, estamos longe de ser uma nação que adora a Deus, e mereceremos escutar dos lábios do Redentor: “Isaías com muita razão profetizou de vós, hipócritas, quando escreveu: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim.”


É isso mesmo que desejamos como nação? É isso mesmo que queremos escutar de Deus? Qual a imagem que você quer refletir e deixar na história?


Não aceitemos as mentiras que se disfarçam de mel. As mentiras continuam contendo venenos, apesar de sua boa “aparência”. Desejemos ardentemente a pureza! Amemos a modéstia! Sejamos femininas no nosso comportamento e no nosso vestir, e assim seremos construtoras de uma nova civilização: a civilização do amor!