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Mesmo que por minutos ... deixe-os viver!

terça-feira, 12 de abril de 2011

5 comentários
Salve Maria!

Hoje resolvi postar aqui exemplos verdadeiros do que é ser MÃE e ser PAI; porque a Quaresma também é tempo propício para refletirmos a respeito da VIDA; vida que começa nas primeiras frações de segundo do encontro do espermatozóide com o óvulo ... vida que merece ser cuidada, zelada, amada seja lá qual for a realidade dela.

Fico passada quando vejo pessoas lutando pela natureza, pelo ecossistema, pelos direitos daquilo e disso e são favoráveis a matança de seres humanos! Ou se não são, ainda assim se calam, numa covardia odiosa!

Já cheguei ao desprazer de ouvir de um cidadão "Mas o homem não está em extinção!"

QUE ABSURDO MEU DEUS! A que ponto chegamos?! Diante uma exclamação desta eu pergunto: Que pessoa é esta? Que mente doentia é esta? Que sentimentos tem uma pessoa assim? Qual a moral e a educação que direcionam um cidadão que pensa isto??? Não vou nem questionar se uma criatura desta tem fé, porque com certeza não tem!

Depois aparecem uns lunáticos dando tiros para todos os lados, matando, fazendo estragos e as pessoas ficam espantadas, sem entenderem!!! Quem planta, colhe!

Fica aqui minha profunda admiração a todos pais, que a exemplo deste testemunho abaixo, dão aos seus filhos o direito de viver, mesmo que por minutos:


Oi, meu nome é Karine tenho 21 anos, meu marido é o Thiago tem 24 anos, somos casados a dois anos e meio. No dia 15 de janeiro deste ano descobri que estava grávida, nosso primeiro bebe, o Thiago estava inexplicavelmente feliz, e eu também estava contentíssima.
Começamos a reformar nosso apartamento estávamos empolgadissimos, minha sogra começou a comprar algumas roupinhas e fraudas mesmo sem saber se era menino ou menina... Era um bebe muuuitoo esperado!

No dia 16 de abril fiz uma ultra-sonografia, meu obstetra disse

"parabéns é um menino, mas eu não estou conseguindo medir a cabecinha, porque está muito encaixado, mas não se preocupe não é nada serio". Então ele me pediu para fazer um morfológico, não me pediu urgência, nem disse que era importante.
Era um meninão... Mais que depressa compramos o carrinho, fomos ver os moveis, compramos, ganhamos roupinhas azuis, começamos ver as coisinhas...mas agora já sabíamos que cor comprar.

Fomos no dia 27 de abril fazer um morfológico, o Thiago e eu, então o medico nos olhou como quem não tem algo bom a dizer; o Thiago e eu já havíamos conversado que se algum dia tivéssemos um filho com "defeito'" ou alguma síndrome nós o amaríamos da mesma maneira; então quando percebemos que algo estava acontecendo eu e ele ficamos desesperados perguntei o que estava acontecendo, ele me disse que tinha um problema de má formação. A minha pergunta era: "ele vai viver?", era isso que eu queria saber, pra mim não importava como ele viesse, eu queria saber se ele viveria esta era minha pergunta. Então ele nos disse, "não", a anencefalia é incompatível com a vida, seu bebe tem 0% de chances de sobreviver. Ele não vai viver!

Eu entrei em desespero era como se tivessem me jogando num poço fundo, um poço sem fim, um poço que não ia ter fundo... E eu caía, caía, caía... Sem fundo! O medico saiu da sala, eu fiquei lá deitada ouvindo o Thiago chorar por alguns minutos, acho que foi uns três minutos, mas na hora parecia uma eternidade. Então eu me levantei, fui até o banheiro ao lado e falei com Deus: "Senhor, obrigada por tudo o que eu tenho, perdoe meus erros minhas falhas, e me de forças para passar tudo o que eu tenho que passar!", essas foram minhas únicas palavras para Deus, eu não pedi um milagre, mas força, porque eu sabia que não seria fácil. O medico me disse que o melhor era que eu interrompesse a gestação, assim poderia tentar mais rápido ter filhos saudáveis, disse que não era nada com agente, e que os próximos seriam perfeitos. Ele ligou para meu obstetra, fui até lá no consultório dele, eu esperei 02 horas e meia para ser atendida, quando entrei na sala dele ele me falou assim: "é... não temos boas noticias não é? Seu bebe tem anencefalia, ele não vai viver, essas coisas acontecem, eu mesmo já perdi dois filhos, não assim com aborto, mas perdi, o melhor a fazer é interromper a gestação, eu mesmo faço o aborto, você precisa procurar um advogado, pedir uma autorização judicial, e trazer para mim"... Foi falando e levantando, pois estava com muita pressa. Ele foi horrível, eu não sabia o que era não sabia ao certo o que estava acontecendo, e ate onde tinham me dito meu bebe não viveria.

Cheguei em casa, no mesmo dia desci no apartamento do vizinho de baixo, ele é advogado, expliquei o que estava acontecendo e pedi para que ele visse todo o procedimento para a interrupção da gravidez, pois assim os médicos disseram para fazer, e me parecia a solução mais obvia e fácil, quanto antes tirar melhor.

No outro dia de manha fui trabalhar, entrei na internet para pesquisar mais o caso, o que era, encontrei um site que falava sobre anencefalia, lá tinha a estória da Anouk, da Giovana, e de outros bebes explicava realmente sobre anencefalia, o que era como ia acontecer, e que eu podia também prosseguir com a gestação, na estória da Giovana tinha o link de um site www.anencefalia.com.br eu cliquei e entrei, e descobri outras mães também, li a historia da Mônica e do Marcelo.

Imprimi tudo levei para meu marido ver, então decidimos seguir em frente com a gravidez, e ama-lo no tempinho que ele ia passar na minha barriga, e naquela noite escolhemos o nome para nosso anjo MIGUEL (quem como Deus?), Quem como Deus? Existe significado tão poderoso? Deus incomparável! Alem de ser um anjo mensageiro, um anjo que veio trazer mensagens lindas para todos nós.

Procurei outro medico para prosseguir minha gestação, não queria que o Miguel nascesse nas mãos de um cavalo como aquele medico. Fui falar com um especialista, foi muito atencioso apesar de eu acreditar que ele não era muito a favor da minha decisão, ele me indiciou outro médico que também quis me induzir ao aborto, ele disse que meu bebe já estava condenado, e que eu poderia correr risco de vida (da pra acreditar?).

Procurei na minha lista de convenio comecei a ligar para encontra um medico que fosse comigo até o fim. Encontrei a Dra. Karen Morelli, um anjo que me acompanhou ate o parto, com muito carinho, ela cuidou de mim e do Miguel, foi ótima e gentil, muito carinhosa.

Nenhuma de nós mães, podemos dizer que foi fácil... Mas algumas de nós podemos dizer que foi lindo!

Foi lindo ter o meu Miguel comigo no tempo que ele ficou.

À noite antes de dormir eu cantava para ele, eu lia a bíblia em voz alta, o Thiago conversava com ele. De manha, eu me virava para o lado do Thiago, colocava minha barriga nas costas dele, e ele chutava o papai. Toda manhã.

Eu contava para todo mundo que o Miguel era especial, queria mostrar como o meu Deus era forte, como ele não tinha me abandonado. Eu sabia que tinha que falar, sabia que cada um através da minha estória aprenderia algo, eu queria ser um exemplo, não queria despertar pena nas pessoas, queria despertar vontade de lutar, de agradecer a vida, a vontade de viver. Então comecei o clamar a Deus, comecei a orar, a buscar a face do Senhor. Eu cri no Deus do impossível, e sabia que ele poderia fazer, sei que ele pode. Eu tinha a certeza do milagre, continuei fazendo as coisas dele, eu pintei o quartinho, o Thiago queria fazer nuvenzinhas no teto montamos o bercinho.

Eu resolvi fazer um chá de bebe, minhas primas organizaram, foi lindo. E naquele dia eu disse coisas lindas que estavam no meu coração. Disse que não importava o que aconteceria, eu iria crer, eu pedi muita fé pra Deus, fé para acreditar no milagre, não foi fácil acreditar, é muito difícil ter fé, ainda mais quando todos os ultrassons mostram seu bebe com a metade da cabeça.

Não me importava com o futuro, queria viver o agora com meu filho, assim como Zaquel, eu queria subir o mais alto da montanha para chamar atenção de Deus. E sei que ele me ouviu, por algum propósito que eu não conheço, ele não pode curar o Miguel, mas eu ainda creio, sei que se clamarmos ele nos ouve, e se for possível ele atende. Eu sei que não é Deus que fez isso... Porque Deus não tem doença no céu, lá só existe perfeição, a doença é aqui da terra.

Eu vivi momentos lindos com ele na minha barriga, eu o amei muito, muito mesmo. Ele me fez sorrir, e quem me via, via o amor de Deus em mim.

Foi um amor lindo e indescritível, as pessoas se apaixonaram pelo Miguel. Isso me fazia sentir-me forte.

Ele nasceu no dia 01 de setembro de 2009 ás 13h30min da tarde.

Quando ele nasceu, me trouxeram ele, já com a toquinha, ele era lindo grande rosado... Lindo demais. Perguntei se podia dar um beijo no pezinho dele, eu beijei e cheirei... Ai que cheiro bom!

Na sala de recuperação não via a hora de vê-lo, fui a  primeira a chegar e a ultima a sair de lá, mal sentia meus pés e já dizia que estava boa... Enchi o saco das enfermeiras até voltar para o quarto, o Thiago veio me ver, disse que estava com o Miguel, "ele é lindo, é o neném mais lindo do mundo" ele assistiu o parto ficou muito emocionado. Até a enfermeira saiu do quarto, não de medo ou susto mais de emoção, ela saiu para chorar. Foi muito emocionante e lindo.


Quando o vi chorei muito, mas não sabia por quê. Pois eu estava muito feliz de vê-lo, e muito triste por saber que ele iria partir. Não sabia quanto tempo, horas talvez. Conversei com ele. Pedi para deixarem tirar fotos, não deixaram, de madrugada fui vê-lo novamente, ele estava lá lindo, peguei ele no colo, chorava muito não conseguia me conter, era uma sensação inexplicável, sentia uma sensação de paz e orgulho de mim mesma, no outro dia de manha fui novamente vê-lo peguei no colo e mais uma vez implorei para que deixassem tirar foto dele. Assim algumas enfermeiras me ajudaram, fechamos a cortina e nos divertimos tirando foto do Miguelzinho, eu pegava, o Thiago pegava, cheirei tanto ele...tinha um cheirinho tão bom.

Ele sorria para nos, e fazia uns sons gostosos coma boca... De ahhhh... Era lindo, cheiroso e gostoso, estava ali no meu colo, não numa lata de lixo ou num pote de experiência, a sensação de paz é maravilhosa. Cheirei muito ele. Beijei muito ele.

Eu fiz isso, eu não abortei ... Eu me dei essa chance, eu me dei este privilegio, eu aproveitei o que a situação podia me dar de bom. Eu não tive somente perdas, eu ganhei momentos, que nem as fotos podem mostrar. Eu passei a mão sobre o corpinho dele, e senti a mãozinha dele fechar entre meus dedos. Eu vi uma alegria no rosto do Thiago, e esta alegria fui eu que permiti. O Thiago foi um pai incrível, companheiro, presente, ele pegava o Miguel, beijava, nos demos todo o amor do mundo, e isso me faz sentir alguém muito especial...

Eu ficava olhando para ele, e era uma mistura de sensação. Eu conversava com as mães que tinham ganhado bebe... Eu estava muito forte... Eu fui muito forte.

Dia 02 de setembro ás 19h30min ele partiu, foi para os braços de Deus. Não foi fácil, não é mesmo... Mas foi o amor mais lindo de ser vivido, inabalável.

Diz o senhor: "no mundo tereis aflição, mas eu sou contigo". Não é lindo este versículo.

Nós passamos pelo vale da sombra da morte, mas não temi mal algum, porque o meu Deus me carregou no colo. E os médicos estavam errados, porque ele viveu! Ele viveu 01 dia e 06 horas, era o tempo que ele precisava para viver...
Karine e Thiago.

O Rosário dos não nascidos

segunda-feira, 28 de março de 2011

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Salve Maria!
E-mail que recebi:

Bom dia minha irmã em Cristo.

A paz!
Gostaria de saber da possibilidade de ser postado em seu blog, um video que fala sobre o aborto e o rosário dos não nascidos, gravado pelo Anderson do apostolado Regina Apostolorum e pelo padre Mateus Maria do mosteiro Regina Pacis. Na luta a favor da vida, agradeço desde ja.
Eis o link: http://www.gloria.tv/?media=136219


Maria Christina


A resposta:

Jovem mãe em coma dá à luz um bebê de 800 gramas!

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

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29.09.2010 - Uma jovem somali de 28 anos que se encontra em coma por um tumor e que poderia ser declarada com morte cerebral, deu à luz esta terça-feira uma bebê de 800 gramas de peso, que se encontra em boas condições no Hospital Santa Ana de Turim, na Itália. Para o pai, sua menina é "um milagre vivente".
A pequena Idil, o mesmo nome de sua mãe, nasceu prematuramente às 28 semanas de gestação depois de que os médicos decidissem praticar na mãe uma cesárea devido a uma notável piora das condições nas que se encontrava.
"Esta manhã decidimos, de acordo com os reanimadores que tinha chegado o momento de praticar a cesárea. O risco era maior se o feto permanecia dentro do útero que se realizássemos o parto", afirmou Tullia Todros, diretora do departamento de obstetrícia e neo-natal do chamado hospital.
"A menina nasceu bem, teve uma cesárea veloz que durou perto de 10 minutos. É pequena, mas vivaz, quando nasceu teve uma boa pontuação de Apgar", a medição que se faz aos recém-nascidos de acordo a seus sinais vitais. A doutora disse também que com esta bebê que está agora em cuidados intensivos neonatais, como todo bebê prematuro, "é necessário ser muito precavidos e esperar pelos próximos dias".
O pai, Issa, quem esteve acompanhado por um intérprete já que ele não fala italiano, tinha solicitado que a intervenção se realizasse com anestesia total para evitar qualquer possível sofrimento da mãe. Depois da iluminação, disse a uma cadeia de televisão: "O que vou dizer à minha família quando (Idil) seja grande? Que ela é um milagre vivente!".
Os médicos devem decidir agora sobre a situação da mãe, que desde o mês de julho se encontra em estado de coma irreversível. Está previsto que seja submetida a vários exames, entre eles um eletroencefalograma para verificar se há morte cerebral antes de decidir se desconectar-se-ão as máquinas que a mantêm com vida. (Rezemos por esta mãe!)
Issa também comentou que teria gostado que seu filho maior de nove anos pudesse chegar a Turim para despedir-se de sua mãe "que será sepultada segundo o rito muçulmano porque, pela difícil situação que temos na Somália não se pode nem pensar em levá-la para casa".
O caso do Idil, cujo nome significa "beleza e perfeição do ser", não é o único acontecido na Itália durante os últimos anos. Em maio, em Bérgamo nasceu às 33 semanas de gestação Gaia, uma pequenina cuja mãe estava em coma por quatro meses. 
  
Nós devemos usar de nossa tecnologia em favor de DEUS, em favor da vida! Claro que Deus não precisa da nossa insignificância, mas se faz precisar ... e dos nossos atos virão as consequências tanto para o agora, como para a vida eterna. Acreditem ou não!

Fonte: ACI

Células de bebês abortados: MATÉRIA PARA CREME FACIAL!

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

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Causou horror a revelação de que o creme anti-rugas Neocutis, produzido na Suíça e comercializado nos EUA, é produzido com pele de fetos abortados.
A venda do creme foi proibida na Europa, mas pode ser comprado facilmente via Internet.
Frédéric Koehn, represenante de Neocutis, tentou justificar-se afirmando que a produção começou com um feto abortado, cujas células passaram a ser reproduzidas em laboratório.
Mas prossegue intensa a execração da opinião pública.

TECNOLOGIA

NEOCUTIS technology platform relies on the use of cultured fetal skin cells obtained from a cell bank for treating differing skin conditions; tradução: Neocutis plataforma tecnológica assenta na utilização de culturas de células de pele fetal obtido a partir de um banco de células para tratar doenças de pele diferentes.
fonte:http://www.neocutis.com/categories.php?catid=14


Contra livro PRÓ-ABORTO!

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

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Contra o lançamento de livro pró-aborto na PUC – Assine a súplica ao cardeal Scherer

De acordo com o site da Associação dos Professores da PUC-SP (APROPUC), com sede no Campus universitário Perdizes, no próximo dia 27 será lançado o livro A criminalização do aborto em questão escrito por Maurílio Castro de Matos.
A apresentação do livro no site é feita por Maria José Rosado, professora da PUC e coordenadora da organização pró-aborto Católicas pelo Direito de Decidir. (Cfr: Lançamento do livro "A criminalização do aborto em questão")
No mesmo dia, haverá um debate sobre o livro e os oradores convidados são conhecidos por militarem pela liberalização do aborto. A escolha da data não é em vão, ocorrerá durante a semana do “dia latino-americano de luta pela descriminalização do aborto”.
Ensinamento pontifício sobre as Universidades Católicas
O fato de haver uma propaganda do aborto como essa, demonstra um retrocesso para a sociedade e a decadência moral do mundo em que vivemos. Infelizmente isso é uma tendência mundial, não das pessoas comuns, pois estas não estão ávidas em defender o crime do aborto, mas de uma minoria muito bem financiada que trabalha para corroer as leis nos países onde a vida do inocente indefeso é respeitada e protegida.
Esse panorama já tornaria grave haver professores e iniciavas pró-aborto em uma Pontifícia Universidade Católica, mas não é só isso.
Na Constituição Apostólica Ex Corde Ecclesiae, o Papa João Paulo II define como se deve estruturar uma Universidade Católica.
Quando o pontífice trata da Natureza e Objetivos da instituição universitária, preceitua que ela, enquanto católica, deve possuir as seguintes características essenciais:
1. uma inspiração cristã não só dos indivíduos, mas também da Comunidade universitária enquanto tal;
2. uma reflexão incessante, à luz da fé católica, sobre o tesouro crescente do conhecimento humano, ao qual procura dar um contributo mediante as próprias investigações;
3. a fidelidade à mensagem cristã tal como é apresentada pela Igreja;
4. o empenho institucional ao serviço do povo de Deus e da família humana no seu itinerário rumo àquele objetivo transcendente que dá significado à vida.
Sobre a Comunidade Universitária, o Papa diz que “a Universidade Católica persegue os seus objetivos também mediante o empenho em formar uma comunidade humana autêntica, animada pelo espírito de Cristo. (...) Os professores cristãos são chamados a ser testemunhas e educadores duma autêntica vida cristã, a qual manifeste a integração conseguida entre fé e cultura, entre competência profissional e sabedoria cristã.”
Nas normais gerais, no artigo 4º do documento, João Paulo II descreve que “a responsabilidade de manter e de reforçar a identidade católica da Universidade compete em primeiro lugar à própria Universidade” e exige “o recrutamento do pessoal universitário adequado — especialmente dos professores e do pessoal administrativo — que esteja disposto e seja capaz de promover tal identidade. A identidade da Universidade Católica está ligada essencialmente à qualidade dos professores e ao respeito da doutrina católica. É da responsabilidade da Autoridade competente vigiar sobre estas duas exigências fundamentais, segundo as indicações do Direito Canônico”.
Em nota de rodapé, o documento papal cita o Cânon 810 do Código de Direito Canônico que estabelece até a remoção de professores de seu cargo quando faltarem tais requisitos.
Súplica ao Cardeal Scherer
O Cardeal Dom Odilo Scherer é o atual Grão-Chanceler da PUC de São Paulo.  E é ao Grão-Chanceler que o documento pontifício acima citado confia principalmente a responsabilidade de manter a identidade católica da PUC.
Portanto, tomamos a iniciativa de enviar a Dom Odilo Scherer uma carta-súplica mostrando nossa perplexidade diante de tais acontecimentos que ocorrem dentro do campus universitário da PUC e do desrespeito as normas pontifícias e canônicas por parte de alguns professores, especialmente ligados à APROPUC.

Atenciosamente,
Edson Carlos de Oliveira
Campanha Nascer é um Direito
Associação dos Fundadores
http://www.nascereumdireito.org.br/

A PÍLULA DO DIA SEGUINTE: CONTRACEPÇÃO OU ABORTO?

terça-feira, 10 de agosto de 2010

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Ao chamar a atenção para as raízes comuns da contracepção e do aborto «como frutos da mesma planta», João Paulo II salienta o modo como esta «conexão» não existe somente no plano cultural, mas também a nível técnico: «a estreita conexão que existe, a nível de mentalidade, entre as práticas da contracepção e do aborto, como demonstra de modo alarmante a produção de fármacos, dispositivos intra-uterinos e preservativos, os quais, distribuídos com a mesma facilidade dos contraceptivos, actuam na prática como abortivos nos primeiros dias de desenvolvimento da vida do novo ser humano» (Carta Encíclica, Evangelium Vitae, 13).
Do recente debate sobre a chamada «pílula do dia seguinte» emergiu de modo evidente como é estreita esta «conexão»: trata-se de um elemento abortivo ou contraceptivo?
As respostas, publicadas a este propósito pela imprensa, foram divergentes: «São produtos cuja acção não é abortiva mas anti-implantadora»; «a pílula do dia seguinte pode ser contraceptiva ou abortiva»; «a pílula do dia seguinte é abortiva».
Certamente, tal diversidade de respostas não pode senão criar confusão: é possível - poder-se-ia perguntar - que se exprimam pareceres contrastantes sobre um facto que, ao contrário, deveria ser empiricamente demonstrável?
Com a expressão «pílula do dia seguinte» indica-se um conjunto de preparados à base de estrógenos ou de estroprogestinas ou ainda de progestinas que são subministrados á mulher, não mais de 72 horas depois (daqui a dicção «do dia seguinte») de uma relação sexual que se julga fecundadora. Os estrógenos, estroprogestinas e progestinas são hormónios sintéticos subministrados com a finalidade contraceptiva e/ou abortiva.
Além disso, a «pílula do dia seguinte» é uma modalidade de abordagem da chamada «contracepção de emergência» ou «intercepção», que prevê como alternativa aos mencionados hormónios «a subministração de danazóis ou a inserção de um dispositivo intra-uterino (espiral)».
O mecanismo de acção da «contracepção de emergência», e portanto também da «pílula do dia seguinte», é abortivo: na maioria dos casos, de 80% (estroprogestinas ou progestinas) a 100% (estroprogestinas, danazóis e dispositivo intra-uterino), é impedida a implantação do embrião no endométrio uterino, a seguir à alteração do seu desenvolvimento fisiológico, e/ou bloqueada a actividade do corpo lúteo, que produz o progesterona, hormónio fundamental para a continuação da gravidez.
Não se pode excluir que, se a estroprogestina ou a progestina for subministrada quando a ovulação ainda não se verificou, possa ser inibida a libertação da célula-ovo com um efeito propriamente contraceptivo, que se verifica em 0-20% dos casos.
Então, como é possível afirmar que a «pílula do dia seguinte» - e toda a «contracepção de emergência» - não é abortiva? Ou ainda, que é apenas anti-implantadora?
Com efeito, quem afirma que a «pílula do dia seguinte» não é abortiva, mas anti-implantadora, não percebe que está a asseverar o seu carácter abortivo no mesmo momento em que afirma o seu efeito anti-implantador, porque este mecanismo de acção, não podendo manifestar-se senão depois da fecundação e impedindo ao embrião a continuação do seu desenvolvimento, só pode ser abortivo.
Isto é tão verdadeiro que para poder negar a acção abortiva, quem a propõe tem que modificar também as «características» da gravidez, pondo em discussão inúmeros anos de certezas científicas, com base nas quais sempre se definiu como «gravidez» o período compreendido entre a fecundação e o parto, e passou-se a afirmar que a gravidez só teria início depois da implantação do embrião na parte uterina, portanto não antes do 6º dia, como limite mínimo, ou não antes do 14º dia, como limite máximo. Portanto, um produto que impede a implantação não estabeleceria um limite à gravidez e não seria abortivo!
Sem dúvida, há pessoas que vacilam diante desta nova definição de gravidez e - para não ousar muito - se limitam a falar de semelhança entre a acção anti-implantadora e a acção abortiva: mas em todo o caso é evidente que esta manipulação semântica tem uma finalidade muito específica. Desta forma - lê-se em The New England Journal of Medicine - é possível «manipular a opinião pública a fim de que aceite a «contracepção de emergência» (NEJM [1993] 328/5, pp. 354-355).
Quem afirma que a anti-implantação não é abortiva é desmentido entre outros também por E. Beaulieu que, enquanto descobridor da pílula RU486, também conhecida como «pílula para abortar», não pode absolutamente ser acusado de posições de tipo confessional: «A interrupção da gravidez depois da fecundação pode ser considerada como um aborto» (Il punto sull’RU486, JAMA - ed. italiana [1990], 2, pág. 12). Por conseguinte, um produto com acção anti-implantadora é abortivo.
Além disso há pessoas que, embora reconheçam que a «pílula do dia seguinte» é abortiva, evidenciam o facto de que poderiam ser, até 20% dos casos, também contraceptiva: e isto, exclusivamente no caso em que fosse subministrada antes da libertação da célula-ovo do ovário. Mas é porventura verosímil que uma mulher, que por vários motivos faz recurso à «pílula do dia seguinte», conheça exactamente em que fase do ciclo se encontra, a fim de poder prever se se verificará o efeito abortivo ou o contraceptivo? [...] Não só: embora seja verdade que a mulher que assume a «pílula do dia seguinte» pode não ter iniciado uma gravidez, ou que o efeito abortivo não se verificará, a mulher que a pede e o médico que a prescreve ou a subministra aceitam de bom grado o risco de provocar um aborto.
Caso contrário, teriam optado precisamente pelo aborto, se se verificasse uma gravidez. Por outras palavras: está-se diante de uma vida (ou - mas não o podemos prever - perante uma possibilidade de vida), que de qualquer forma não se aceita, a ponto de se estar disposto a correr, de 80% a, 100%, dos casos, o risco de a suprimir.
No recente debate em particular sobre a «píIula do dia seguinte», e em geral sobre a «contracepção de emergência», chamou-se a atenção somente para uma situação com que nestes dias muitas pessoas desesperadas se estão a confrontar: a violência contra as mulheres em períodos de guerra.
Todavia, é preciso estar alerta: as campanhas a favor da «pílula do dia seguinte» não dizem respeito apenas a áreas de guerra, e esta não tem em vista exclusivamente as mulheres que sofreram violência.
Se considerarmos aquilo que aconteceu nestes últimos anos, podemos dar-nos conta de alguns eventos talvez pouco conhecidos, porque não tocam tão profundamente as «cordas» da emoção humana como no caso da violência sexual e, poder-se-ia dizer, fazem parte de uma vivência quotidiana com a qual já estamos acostumados.
Basta pensar que além dos multíplices pedidos de que toda a «contracepção de emergência» seja distribuída nas farmácias como produto de banco, isto é, sem a necessidade de uma prescrição médica, e que seja amplamente disponível em todos os organismos de assistência médica às mulheres e em particular às adolescentes, existem também planos de intervenção que prevêem o envio continuo e programado da «contracepção de emergência» tanto aos países em vias de desenvolvimento como às regiões de acolhimento dos refugiados. [...]
De maneira coerciva ou de forma dissimulada, iludindo as mulheres de que escolhem livremente, mas na realidade violando a sua pessoal liberdade de opção, existem portanto pessoas que trabalham contra a vida humana, contra a dignidade da mulher e contra os direitos da pessoa.
Efectivamente, respeita-se porventura a mulher quando se faz com que ela acredite que ao recorrer à «pílula do dia seguinte» não causará a morte da sua criança? Não se trata, ao contrário, de dar inicio a outra forma de escravidão, ligada á ignorância não tanto de quem não teria a possibilidade ou a capacidade de conhecer, quanto de quem foi deliberadamente mantido longe da verdade? Respeita-se acaso o direito da adolescente a ser educada, a conhecer-se a si mesma, a assumir a capacidade de se fazer respeitar, reduzindo toda a assistência à prescrição e à subministração da «pílula do dia seguinte»?
O direito a ser educada: sim, porque também neste caso a educação é a única forma de prevenção. E para prevenir a difusão da «contracepção de emergência» é necessário ajudar a mulher - e também o homem - a compreender o valor de cada vida nova chamada à existência, a redescobrir o verdadeiro significado e o valor da sexualidade, a entender o significado da paternidade e da maternidade responsáveis.
Este é o único caminho a percorrer, e decerto não o da propaganda ou da distribuição de contraceptivos.
De facto, não se pode combater o aborto com a contracepção. Isto, porque quem busca a prevenção da gravidez com a contracepção de barreira ou hormonal - de resto, não se pode excluir para esta um mecanismo de acção também abortivo - em caso de insucesso terminará por pedir o aborto.
Outro objectivo das campanhas de difusão da «pílula do dia seguinte» é, como já se disse, a mulher vítima da violência sexual. Houve quem escreveu que, neste caso, a concepção foi o resultado de um acto de violência, ou seja, aquilo que de mais cruel, perverso e execrável (considerando que estes adjectivos possam exprimir plenamente a brutalidade e a desumanidade de tal acto), a mulher possa sofrer: não aceitar a eliminação desta vida - diz-se - significaria pecar contra a sensibilidade!
Considerando que a própria ideia de eliminar uma vida, mesmo recém-concebida, é em si mesma uma expressão de grande insensibilidade, quereríamos deter-nos e reflectir sobre dois interrogativos.
O primeiro: acreditam porventura que são insensíveis ao drama humano da guerra e da violência quantos têm como única preocupação, diante da necessidade de tudo (de uma casa, de alimento, de água, de roupas, de conforto, de identidade), enviar aos campos equipamentos para a emergência reprodutiva (da «pílula do dia seguinte» às progestinas injectáveis, etc.)? Ou aqueles que pensam em resolver o trauma da violência padecida pela mulher, eliminando o «vestígio» de tal violência?
O segundo: a vida humana tem acaso urna qualidade diversa, em conformidade com a circunstância em que foi concebida?
É um dado de facto que os resultados da violência jamais se cancelam da memória da mulher: por outro lado, como poderá uma mulher esquecer que alguém a tratou como um objecto, que alguém se enfureceu contra ela com urna brutalidade que não é própria nem dos animais? Mas esta memória não se cancelará nem sequer com o aborto: quem o propõe, quem o impõe e quem o pede, torna-se protagonista de uma violência na violência, não só em relação à mulher mas sobretudo em relação àquela criança, cuja vida deve ser respeitada, como a de qualquer concebido.
No aborto, «a pessoa eliminada - escreve João Paulo II no n. 58 da Encíclica Evangelium Vitae - é um ser humano que começa a desabrochar para a vida, isto é, o que de mais inocente, em absoluto, se possa imaginar: nunca poderia ser considerado um agressor, menos ainda um injusto agressor!
É frágil, inerme, e em tal medida que o deixa privado inclusive daquela forma mínima de defesa constituída pela força suplicante dos gemidos e do choro do recém-nascido. Está totalmente entregue à protecção e aos cuidados daquela que o traz no seio».
Então, pensar em eliminar esta vida constitui um ulterior acto de violência. Para a mulher poderá ser igualmente difícil aceitar esta criança que está a crescer no seu seio, filho também de quem não teve nenhuma piedade por ela: é necessário ajudá-la, apoiá-la, cuidar dela e do seu filho. Ela tem necessidade de afecto, não de uma caixa de pílulas!
Quando o filho nascer, a mulher poderá decidir se o conservar ou abandonar a fim de que outras pessoas cuidem dele. Porém, com uma grande certeza: aquela de não ter contribuído para a loucura da destruição e da morte, que num instante desejou cancelar a sua dignidade de mulher, o seu mundo, as suas aspirações e as suas esperanças.
Em tais casos, a verdadeira compreensão que se deve ter em relação à mulher exige uma ajuda concreta em beneficio da sua pessoa e da vida do seu filho.
Prof.a Maria Luisa DI PIETRO
Instituto de Bioética da Universidade Católica, Roma (Itália)

Síndrome do pós-aborto

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Obs: Este texto foi tirado do site Pró-vida de Anápolis.
 
"O dia em que cometi meu crime"(um quadro dramático da síndrome pós-aborto, publicado com autorização da autora)
 
Ola Padre...meu nome e Juliana tenho 26 anos e uma vida turbulenta...venho visitando seu site faz algum tempo, e no que eu puder ajudar a organizacao eu ajudarei, nao sei se tera tempo de ler meu e-mail, mas espero que sim.

Porque estou te escrevendo Padre? porque fiz o que sua organizacao tanto tenta impedir, sim...eu matei meu bebe, e isso fazem exatamente 3 semanas e 3 dias...posso ate lhe contar o porque so pra que saiba e tenha nocao do que aconteceu, mas eu mesma ja sei que pra nenhum tipo de assassinato nao existe motivo, sim, nao existe explicacao para uma mulher fazer um aborto, a nao ser o proprio egoismo, nada justifica esse ato cruel com uma alma inocente.

Com 13 anos de idade fui morar com meu namorado pq meu pai me expulsou de casa, o motivo? porque contei para ele que meu avo me procurava durante a noite e me tocava. A familia do meu namorado me recebeu com muito amor, eu os tratava como se fossem meus pais, mas logo comecaram as pressoes para que eu engravidasse, e eu nao entendia, eu tinha 13 anos e eles queriam q eu engravidasse, mas nao consegui, mes apos mes vinha a fustracao de ver o resultado negativo, ate q um medico me disse q eu teria q fazer exames pra saber se estava tudo bem comigo. Eu nao fiz, qdo ja fazia 1 ano que eu morava com meu namorado eu resolvi sair de casa e fui morar na casa de uma familia q me deu muita forca, com 16 anos casei novamente...dessa vez no civil tambem, fiquei casada por 7 anos e no quinto ano de casamento fiz os testes pra saber o pq nao poderia engravidar, a medica disse que eu nao poderia engravidar por problemas no utero e muita acides no ovario, desde entao sempre que me perguntavam o porque havia casado tao nova e nunca havia engravidado eu dizia que nao gostava de criancas e nao pretendia engravidar...essa era minha fuga.

Me separei com 23 anos, tive outros namorados obvio pra mim, sou uma pessoa carente e nao tenho ninguem, logo, sempre tenho namorado mesmo pra nao me sentir sozinha.

Ate que vim pra Londres, logo na minha segunda semana aqui conheci o meu atual namorado, a vida aqui pra mim e muito corrida e cara tb, mas ainda assim muito mais facil de sobreviver do que no Brazil...ao menos pra mim....mas algumas coisas aqui me assustam, como a liberdade de se fazer o q quer sem ser punido.

Com 1 mes de namoro ele me chamou pra dividir um flat com ele...sabe Padre ele e arabe, muculmano, logo...eu confiei, entao fomos morar juntos em agosto/03, todo o tempo tivemos momentos bons e momentos ruins tambem, ele fez uma cerimonia de noivado com os amigos, ja que pela religiao dele ele nao pode morar junto e nem ter namorada, noivam e casam, ao menos foi isso que ele me falou, ele segue a religiao a risca, e eu sempre admirei isso nele, porque eu nasci catolica mas nunca pratiquei, ate cheguei a cogitar me converter muculmana tambem, tamanha a minha admiracao.

Entao em fevereiro/04 eu engravidei...so Deus sabe como e o porque....como eu nunca havia engravidado na minha vida e a medica havia dito que eu nunca poderia engravidar cheguei a pensar que eu estivesse com cancer no utero...sim...pensei isso...meu namorado comecou a insistir pra que eu fosse no medico...mas com meu trabalho e o medo de saber que eu estivesse com cancer sempre arrumava uma desculpa pra nao ir...ate que no final de marco/04 os sintomas comecaram a ficar pior...eu comia sem parar...meu estomago doia muito....sentia enjoo de coisas que eu gosto e de comida tambem...mas o meu periodo veio por dois dias neste mes! comecou a misturar o sentimento de medo de uma doenca e a excitacao de uma gravidez!

No mes de abril/04 eu continuei com todos os sintomas mas esperei meu periodo mais uma vez...mas desta vez nao veio...e como me sentia mais indisposta a cada dia q passava resolvi ir ao medico...sabe Padre aqui tudo e gratuito e acessivel...talvez se eu disser que eu quero me matar eles me ajudem na escolha do metodo tambem!

A consulta foi marcada para o dia 27/04 e enquanto eu conversava com a enfermeira, porque e ela quem faz tudo antes que eu fale com o medico, ela ja foi logo me dizendo pra mim ficar la por mais uma hora pra que eu fizesse o teste de gravidez...simm..fiquei 1 hora angustiante la no consultorio, meu namorado comigo...entao ate que ela me chamou pra falar o resultado, meu namorado nao entrou comigo, ela me pediu pra sentar entao sentou ao meu lado e disse "sim, voce esta gravida" logo depois veio "voce quer continuar a gravidez ou termina-la?"

Padre...cada vez que me lembro dessa frase eu choro muito...anos atraz eu sonhava emm ouvir isso...sempre sonhei emm ouvir isso...e agora enfim aconteceu! eu sai da sala, meu namorado me esperava do lado de fora da clinica...e quando disse a ele que eu estava gravida ele me olhou horrorizado, como se ele estivesse ouvindo a coisa mais nojenta da vida dele, e qdo abriu a boca ele me perguntou "ela te disse quando voce vai tirar?" isso me feriu a alma, meu coracao sangrou...eu chorei...e nao parei de chorar por dias....nao e exagero...fiquei tres dias levantando da cama apenas pra ir ao banheiro...nao queria comer....queria dormir e nao acordar mais...e o tempo todo ele me acusando...de ter engravidado de proposito, que sou descuidada, e claro sempre me ofendendo emm todos os sentidos que o senhor imaginar.

Nao acreditava quer estava gravida, o tempo todo falava com o meu bebe e chorava muito...ele foi rejeitado pelo pai desde o primeiro segundo em que soube da existencia dele....minha consulta com o medico estava marcada para o dia 03/06 e todos os dias q antecederam foram amargos pra mim...a pressao psicologica estava me enlouquecendo...eu nao conseguia acreditar que meu namorado sendo mulcumano fervoroso aceitava o aborto como se fosse algo mais natural do mundo!

Um dia ele me ligou e me perguntou como eu estava...eu disse q estava passando mal...entao ele disse..."se voce tirar essa coisa logo voce melhora"
entao comecei a me convencer que o aborto seria minha opcao, eu pensava que nao tinha condicoes financeiras o suficiente pra ter meu bebe num pais que diferente...sozinha....e o maior motivo...a rejeicao do pai...da maneira com que ele rejeitava meu bebe eu me senti rejeitada tb...nao como mulher ...mas como mae...senti que nao era boa o suficiente pra ser mae...ja que meu namorado falava isso o tempo todo.

No dia 03/05 eu fui no medico...neste pais qdo a mulher faz a opcao pelo aborto ela conversa com dois medicos antes de marcar a data, e foi neste dia que eu vi meu bebe...a segunda medica faz o ultrasom pra precisar qtas semanas exatas o bebe tem...e eu pedi pra ver...eu vi meu bebe Padre...ele estava com 13 semanas...ja formadinho...era o meu bebezinho...a pessoinha que eu mais quis na minha vida...mas minha fraqueza e meu egoismo nao a deixaramm vir ao mundo...sonho com essa imagem a cada noite que eu consigo dormir...qdo consigo...pq ja nao durmo bem...entao foi marcado para o dia 06/05.

06 de Maio de 2004
Esse foi o dia em que me tornei a mais desgracada da mulheres...cheguei no hospital as 07:00 da manha...me deixaramm na sala de espera ate as 09:00, em todo esse tempo...eu tinha a esperanca do meu namorado entrar na sala e me dizer pra nao fazer isso...que ele me ajudaria a cuidar do meu bebe...mas ele estava dormindo confortavel em casa...as 10:00 a enfermeira veio...colocou algo dentro da minha vagina, ela disse quer era pra relaxar o cervix....como eu estava com 13 semanas o metodo seria de succao! ate entao nunca havia ouvido a respeito...nao sabia do q se tratava...esperei ate as 11:30 me colocaramm numa maca e veio um homemm...colocando algo na minha veia...disse quer era pra mimm dormir...e eu dormi...

13:00
Eu ouvia a enfermeira me chamando...acordei...e no mesmo segundo comecei a chorar e fiquei descontrolado...perguntava aonde estava meu bebe...aonde tinhamm colocado...eu o queria novamente dentro de mimm....tarde demais Padre....eu ja o havia matado...olhei para a roupa que eu estava...ela estava ensanguentada entao nao parei de chorar por uma hora...entao a enfermeira me perguntou pq eu havia feito isso...mas eu nao soube reponder...pq eu tb nao sabia Padre.

Por uma semana eu nao saia do quarto....chorava muito...o arrependimento doi na alma...ele chegou um dia do trabalho e me disse q nao entendia o pq eu chorava tanto..."aquilo nao tinha vida" dizia ele....minha magoa por ele cresce e cresce a cada dia...pq eu matei meu bebe e ele o ofende como se nao fosse nada...

Eu tentei me matar...tomei um vidro de tranquilizante...nao adiantou...eu entrava muito na internet...e emm alguns sites eu via fotos de fetos abortados...de historias de mulheres que abortaram...me sentia horrivel...ainda me sinto comecei a culpar meu namorado pelo o que eu cometi...culpei Deus por nao ter me impedido...ate que aos poucos entendi que a unica culpada sou eu mesma...meu namorado nao sei explicar...ele se esconde atraz da religiao...mas segue seus interesses conforme lhe convem...portanto eu nunca deveria ter dado ouvido a ele...qto a Deus...ele me deu o que eu mais queria...e eu o matei dentro de mimm...mas ainda assimm ressentia por Deus nao ter estado comigo.

Um dia estava tendo mais um acesso de insanidade...queria me matar novamente...foi uma crise horrivel...eu chorava muito...fiquei descontralada...nao tinha ninguemm comigo...entao pedi perdao a Deus e so queria que ele me desse sanidade naquele momento pra que eu nao tentasse novamente me matar...eu nao queria morrer...mas algo possuia minha mente e eu sentia ou ouvia que era a unica solucao...eu nunca havia sentido isso na vida e nunca acreditei nisso...e ate agora nao consigo entender como isso aconteceu...qdo pedi a Deus q me protejesse senti tanta dor no corpo...minha cabeca leve...eu adormeci...

Qdo acordei estava calma...nao sentia desespero...Deus esteve comigo o tempo todo...eu e quem nao dei ouvido a ele...e entrei num caminho sem volta...ainda sofro muito Padre...nao me perdoo pelo que eu fiz ao meu bebe...a facilidade do aborto nesse pais acabou comigo...as coisas faceis me destroem sempre...quero ajudar cada pessoa que eu puder emm minha vida pra que nao aborte...pq sei q a pressao psicologica e financeira levamm muitas mulheres a cometeremm esse pecado...q marca nao so a vida mas a alma da gente.

Essa e uma parte da minha historia Padre...quis desabafar com o senho que faz um trabalho espetacular...eu vou entrar nessa luta...

Nao vou a igreja aqui Padre...tenho vergonha...de mimm mesma... e de Deus tb...nao sou digna de pisar num lugar santo como a casa do Senhor...


Mas hj oro pra que Deus me perdoe...e meu bebe tb.

Juliana

Quantos “eu te amo”... ... eu poderia ter dito em quinze minutos?

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Aborto e estupro.

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Anápolis, 18 de março de 1997

Um passageiro indesejado
Certa vez um navio navegava tranqüilamente quando foi surpreendido pelo ataque de corsários. Inutilmente o capitão tentou opor resistência. Os piratas, armados e experimentados no saque, invadiram a embarcação e roubaram tudo que lhes parecia valioso ou útil. Por fim, antes de partir, resolveram deixar no navio uma carga "inútil", um menino que haviam capturado na última pilhagem na esperança frustrada de obterem algum dinheiro como preço de resgate. Atiraram violentamente a criança no convés e saíram rindo zombeteiramente.
O capitão, tremendamente abalado pelo ataque que sofrera, ordenou aos marinheiros que fizessem uma limpeza completa, a fim de que nenhum vestígio restasse da invasão dos piratas. E para que não ficasse a mais leve lembrança do triste episódio, determinou que o menino fosse lançado ao mar.
A decisão surpreendeu os marinheiros, que argumentaram ser a criança inocente e necessitada de apoio. O capitão replicou, porém, que a simples presença da criança lhe era molesta, uma vez que havia entrado sem permissão e como fruto de uma violência. Além disso, acrescentou, como dono do navio ele tinha o direito de dispor dos passageiros e da tripulação. Conservar ou não o menino era uma decisão que cabia exclusivamente a ele. Os súditos argüiram que o menino não era uma parte do navio sobre o qual o capitão tinha poder, mas um ser humano digno de respeito. Além disso, acrescentaram, seria demais levar a criança até o próximo porto e deixá-la em terra firme sob o cuidado de alguma família? O comandante, no entanto, foi inflexível em sua decisão. Como os tripulantes hesitassem em cumprir sua ordem, ele próprio, irado, agarrou a criança e atirou-a ao mar. No meio das ondas e sem saber nadar, ela logo foi tragada pelas águas e afogou-se. 

Espero que não apenas os marinheiros, mas também o leitor reprove a atitude do capitão, que quis descarregar sobre o menino a cólera contra os corsários. Pois esta atitude é defendida pelos que apóiam o direito de a mulher abortar quando a gravidez resulta de um estupro. A argumentação é análoga: ela é dona do seu corpo e pode dispor da vida ou da morte da criança. A simples presença da criança, fruto de uma violência, causa-lhe repulsa. E ela não é obrigada a carregar um filho que foi gerado contra a sua vontade. A mulher tem portanto o direito de livrar-se dele antes de dá-lo à luz. A "solução" para a violência sofrida seria uma nova violência, maior que a primeira, e praticada contra alguém absolutamente inocente, que apenas desejaria o direito de nascer e pôr os pés em terra firme. 

4 de março de 1998
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Feminista abortista afirma: "Devemos estar preparadas a matar pela causa"

sexta-feira, 16 de julho de 2010

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"O abortamento de 200.000 bebês no Reino Unido a cada ano é o mal menor, independente de como se defina vida ou morte. Se você está disposta a morrer por uma causa, deve estar prepara a matar por ela também."

Assim escreveu a feminista abortista Antonia Senior em uma coluna no jornal Times, de Londres. Em países do primeiro-mundo, onde o tal "problema de Saúde Pública" não faz mais parte da mistureba enganadora abortista, resta-lhes defender o aborto por aquilo que ele realmente é. E é por isto que Antonia Senior pode ser sincera e chamar a matança anual de 200.000 seres humanos de "mal menor".

A sincera feminista, em dado momento de seu artigo, depara-se com a questão da definição do início da vida:

"O que está bastante claro para mim, na ausência de uma objetiva definição, é que um feto é uma vida, seja por qualquer medição subjetiva. Minha filha foi formada na concepção, e toda aquela mal compreendida alquimia, o acidental encontro de um espermatozóide com um determino óvulo, tornou-se minha querida filha, tendo sua personalidade já impressa naquele momento. Ela é ela mesma de forma única -- formada em meu útero, não pela minha criação."

Ou seja, filtrando o determinismo biológico que achei mal colocado, não resta dúvida que a feminista Antonia Senior admite que a vida humana inicia na concepção. Mas isto não a impede de, logo no parágrafo seguinte, ir direto ao ponto que ela quer defender:

"Qualquer outra conclusão é uma mentira conveniente que nós, no lado pró-escolha [N. do T.: eufemismo para "pró-aborto"] do debate dizemos a nós mesmos para que nos sintamos melhor com a ação de tirar uma vida. Aquela pequena coisa em forma de cavalo-marinho flutuando pelo útero é o milagre da vida em crescimento. Em um útero que não o deseja não é uma vida, mas um feto -- e, desta forma, pode ser morto."

"Mentira conveniente"!!! Aqui ela deita por terra até mesmo os argumentos de seus companheiros pró-aborto que insistem em retirar do fruto da concepção seu status de vida humana. Ela é extremamente sincera: é vida humana sim!

No entanto, para ela, o que determina se esta vida humana pode ou não fazer parte de sua estatística de "mal menor" é o simples desejo da mãe. Para a feminista, é a mãe que determina, em qualquer momento da gestação, se ela quer chamar o que vai em seu ventre de vida ou de "feto", o que é a senha para que ser humano que ali vai possa ser morto.

Confuso? Claro que é! Isto não faz qualquer sentido... Porém, é admirável a sinceridade da feminista ao admitir que o lado pró-aborto engana-se ao acreditar em suas próprias "mentiras convenientes"; é admirável que, mesmo à falta de uma objetividade maior sobre o que é a vida (segundo suas palavras), ela admita que na concepção temos já uma vida humana; e é estarrecedor que ela atropele tudo isto para eleger a "vontade da mãe" como uma força maior que o direito à vida de seu filho -- uma vida humana! -- em seu ventre.

É por isto que dizer que aborto é um "problema de Saúde Pública", este mantra produzido por ONGs abortistas e repetido à exaustão por políticos dos mais variados matizes, é simples cortina de fumaça, simples "mentira conveniente" que esconde a real face da luta pró-aborto, que é a suplantação do fundamental direito à vida de um ser humano inocente e frágil pelo direito de que uma mãe escolha a vida ou morte de seu filho.

Já em países como o Reino Unido não há tanto a necessidade de enganar a população, e feministas abortistas como Antonia Senior podem muito bem falar que os pró-aborto têm que estar dispostos não apenas a morrer por sua causa, mas a matar também por ela, pois isto, em última instâcia, é o que o aborto é.

Esta é a essência do movimento pró-aborto: a luta pelo direito de matar seres humanos inocentes e frágeis, cujo único "crime" foi estar no ventre de uma mãe que não o deseja.

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Fontes: http://contra-o-aborto.blogspot.com/

LifeSiteNews

University of Toronto - Students for Life