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Que a Santa Igreja reine!

quarta-feira, 27 de abril de 2011

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Salve Maria!

Os textos que transcrevo abaixo são interessantes para:

- Os Católicos Apostólicos Romanos se instruírem; pois para isto existe a Santa Igreja (Corpo Mistico de Cristo), para nos guiar e reinar. A todos que realmente amam a Santa Igreja e a Ela são submissos. 
- Também são interessantes aos lobos, que desejam destruir a Santa Igreja com doutrinas opostas a tudo que ela sempre ensinou; para que sejam desmascarados e julgados pela justiça Divina.
- E não podia ser diferente, aos tolos; que tem conhecimento destes textos, entendem, mas preferem a opção de mornos. Muitas vezes manipulando a sã Doutrina com textos ambíguos do Concílio Vaticano II; ou seja, são aqueles que Deus vomitará!

Ainda o joio cresce junto com o trigo, mas logo virá a colheita!

EPÍSTOLA AOS GÁLATAS
Cap 1, 6-10 

"SÓ HÁ UM EVANGELHO AUTÊNTICO" (UM SÓ CRISTO, UM SÓ SALVADOR, UMA SÓ IGREJA, UMA SÓ DOUTRINA!)

"Estou admirado que tão depressa passeis daquele que vos chamou à graça de Cristo, para um evangelho diferente. De fato, não há dois evangelhos: há apenas pessoas que semeiam a confusão entre vós e querem perturbar o Evangelho de Cristo. Mas, ainda que alguém - nós ou um anjo baixado do céu - vos anunciasse um evangelho diferente do que vos temos anunciado, que ele seja anátema.
Repito o que acabamos de dizer: se alguém pregar doutrina diferente da que recebestes, seja ele excomungado!
É, porventura, o favor dos homens que eu procuro, ou o de Deus? Por acaso tenho interesse em agradar aos homens? Se quisesse ainda agradar aos homens, não seria servo de Cristo."


Papa Paulo IV
BULA CUM EX APOSTOLATUS OFFICIO
Bula sobre a perda de jurisdição dos hereges e dos cismáticos.

De 15 de fevereiro de 1.559.

EXÓRDIO

O Papa tem o dever de impedir o magistério do erro.
Dado que por nosso Ofício Apostólico, divinamente confiado a Nós, ainda que sem mérito algum de nossa parte, Nos compete um cuidado sem limites do rebanho do Senhor; e consequentemente, a maneira de Pastor que vela, em benefício de sua grei e de sua salutar condução, estamos obrigados a uma assídua vigilância e a procurar com particular atenção que sejam excluídos do rebanho de Cristo aqueles que em nossos tempos, seja já pelo número predominante de seus pecados ou por confiar com excessiva liberalidade em sua própria capacidade, se levantam contra a disciplina e a verdadeira Fé de um modo realmente perverso, e transtornam com malévolos recursos e totalmente inadequados a compreensão das Sagradas Escrituras, com o propósito de atingir a unidade da Igreja Católica e a túnica inconsútil do Senhor, e para que não prossigam no ensino do erro, os que desprezam ser discípulos da Verdade.

1. Quanto mais alto está o desviado de Fé, mais grave é o perigo.

Considerando a gravidade particular desta situação e seus perigos a ponto que o mesmo Romano Pontífice, que como Vigário de Deus e de Nosso Senhor tem o pleno poder na terra, e a todos julga e não pode ser julgado por ninguém, se fosse encontrado desviado da Fé, poderia ser acusado e dado que donde surge um perigo maior, ali mais decidida deve ser a providência para impedir que falsos profetas e outras pessoas que detenham jurisdições seculares não tenham lamentáveis laços com as almas simples e arrastem consigo para a perdição inumeráveis povos confiados a seu cuidado e a seu governo nas coisas espirituais ou nas temporais; e para que não aconteça algum dia que vejamos no Lugar Santo a abominação da desolação, predita pelo profeta Daniel; com a ajuda de Deus para Nosso empenho pastoral, não seja que pareçamos cães mudos, nem mercenários, ou amaldiçoados maus vinicultores, queremos capturar as raposas que tentam desolar a Vinha do Senhor e rechaçar os lobos para longe do rebanho.

2. Confirmação de toda providencia anterior contra todos os desviados.

Depois de madura deliberação com os Cardeais da Santa Igreja Romana, nossos irmãos, com o conselho e o unânime assentimento de todos eles, com Nossa Autoridade Apostólica, aprovamos e renovamos todas e cada uma das sentenças, censuras e castigos de excomunhão, suspensão, interdição e privação, e outras, de qualquer modo adotadas e promulgadas contra os hereges e cismáticos, pelos Pontífices Romanos, nossos Predecessores, ou em nome deles, incluso as disposições informais, dos Santos Concílios admitidos pela Igreja, os decretos e estatutos dos Santos Padres, os Cânones Sagrados, ou por Constituições e Resoluções Apostólicas. E queremos e decretamos que ditas sentenças, censuras e castigos, sejam observadas perpetuamente e seja restituída a sua total vigência se estiveram em desuso, e devem permanecer com todo seu vigor. E queremos e decretamos que todos aqueles que até agora tenham sido encontrados, ou tenham confessado, ou sejam convictos de terem-se desviado da Fé Católica, ou de haverem incorrido em alguma heresia ou cisma, ou de terem suscitado ou cometido; ou bem os que no futuro se apartarem da Fé (o que Deus se digne impedir segundo sua clemência e sua bondade para com todos), ou incorrerem em heresia, ou cisma, ou os suscitarem ou cometerem; ou bem os que houverem de ser surpreendidos de ter caído, incorrido, suscitado ou cometido, ou o confessarem, ou o admitirem, de qualquer grau, condição e preeminência, inclusive Bispos, Arcebispos, Patriarcas, Primazes, ou de qualquer outra dignidade eclesiástica superior; ou bem Cardeais, ou Legados perpétuos ou temporais da Sé Apostólica, com qualquer destino; ou os que sobressaiam por qualquer autoridade ou dignidade temporal, de conde, barão, marquês, duque, rei, imperador, enfim queremos e decretamos que qualquer um deles incorram nas sobreditas sentenças, censuras e castigos.

3. Privação ipso facto de todo oficio eclesiástico por heresia ou cisma.

Considerando que os que não se abstém de fazer mal por amor da virtude devem ser reprimidos por temor dos castigos, e que Bispos, Arcebispos, Patriarcas, Primazes, ou de qualquer outra dignidade eclesiástica superior; sejam Cardeais, Legados, condes, barões, marqueses, duques, reis, imperadores, que devem ensinar aos demais e servir-lhes de bom exemplo, a fim de que perseverem na Fé Católica, com sua prevaricação pecam mais gravemente que os outros, pois que não só se perdem eles, senão que também arrastam consigo para a perdição os povos que lhes foram confiados; pela mesma deliberação e assentimento dos Cardeais, com esta Nossa Constituição, válida perpetuamente, contra tão grande crime – que não pode haver outro maior nem mais pernicioso na Igreja de Deus – na plenitude de Nossa autoridade Apostólica, sancionamos, estabelecemos, decretamos e definimos que pelas sentenças, censuras e castigos mencionados (que permanecem em seu vigor e eficácia e que produzem seu efeito), todos e cada um dos Bispos, Arcebispos, Patriarcas, Primazes, ou de qualquer outra dignidade eclesiástica superior; sejam Cardeais, Legados, condes, barões, marqueses, duques, reis, imperadores, que até agora (tal como se declara precedentemente) tiverem sido surpreendidos, ou houverem confessado, ou estejam convictos de se terem desviado (da Fé católica), ou de haver caído em heresia, ou de haver incorrido em cisma, ou de ter suscitado ou cometido; ou também os que no futuro se apartarem da Fé católica, ou caírem em heresia, ou incorrerem em cisma, ou os provocarem, ou os cometerem, ou os que forem surpreendidos ou confessarem ou admitirem haver se desviado da Fé Católica, ou haver caído em heresia, ou haver incorrido em cisma, ou tê-los provocado ou cometido, dado que nisto resultam muito mais culpáveis que os demais, fora das sentenças, censuras e castigos, enumerados, (que permanecem em seu vigor e eficácia e que produzem seus efeitos), todos e cada um dos Bispos, Arcebispos, Patriarcas, Primazes, ou de qualquer outra dignidade eclesiástica superior; sejam Cardeais, Legados, condes, barões, marqueses, duques, reis, imperadores, caíram privados também por essa mesma causa, sem necessidade de nenhuma instrução de direito ou de fato, de suas hierarquias, e de suas igrejas catedrais, inclusive metropolitanas, patriarcais e primazes; do título de Cardeal, e da dignidade de qualquer classe de Legado, e ademais de toda voz ativa e passiva, de toda autoridade, dos mosteiros, benefícios e funções eclesiásticas, com qualquer Ordem que for que tenham obtido por qualquer concessão e dispensação Apostólica, seja como titulares, ou como encarregados ou administradores, e nas quais, seja diretamente ou de alguma outra maneira houverem tido algum direito, ou os houverem adquirido de qualquer outro modo; caem assim mesmo privados de qualquer beneficio, rendido ou produzido, reservados ou assinados para eles. E do mesmo modo serão privados completamente, e em cada caso, de seus condados, baronias, marquesado, ducado, reino e império, e de forma perpétua, e de modo absoluto. E por outro lado sendo de todo contrários e incapacitados para tais funções, serão tidos ademais como relapsos e exonerados em tudo e para tudo, inclusive se antes houvessem abjurado publicamente em juízo tais heresias. E não poderão ser restituídos, repostos, reintegrados ou reabilitados, em nenhum momento, a primeira dignidade que tiveram, a suas Igrejas Catedrais, metropolitanas, patriarcais, primazes; ao cardinalato, ou a qualquer outra dignidade, maior ou menor, ou a sua voz ativa ou passiva, a sua autoridade, mosteiro, beneficio, ou condado, baronia, marquesado, ducado, reino o império, antes bem haverão de cair no arbítrio daquele poder que tenha a devida intenção de castigá-los, a menos que tendo em conta neles os sinais de verdadeiro arrependimento e aqueles frutos de uma congruente penitência, por benignidade da mesma Sé Apostólica ou por clemência houverem de ser relegados a algum mosteiro, ou em algum outro lugar dotado de um caráter disciplinário para fazer ali perpétua penitência com o pão da dor e a água da compunção. E assim serão tidos por todos, de qualquer dignidade, grau, ordem, ou condição que seja, e incluso, arcebispo, patriarca, primado, cardeal, ou de qualquer autoridade temporal, conde, barão, marquês, duque, rei o imperador, ou de qualquer outra hierarquia, e assim serão tratados e estimados, e ademais evitados como relapsos e exonerados, de tal modo que haverão de estar excluídos de todo consolo humano.

4. Pronta solução das vacâncias dos ofícios eclesiásticos.

Quem pretender ter um direito de patrono, ou de nomear pessoas idôneas para as Sedes Eclesiásticas vacantes por estas cercanias, a fim de que tais cargos, depois de haver sido livrados da servidão dos heréticos, não estejam expostos aos inconvenientes de uma longa vacância, mas sejam outorgados a pessoas capazes de dirigir os povos pelas vias da justiça, estão obrigados a apresentar ao Romano Pontífice os nomes de tais pessoas idôneas, dentro do tempo fixado por direito, de outra maneira, transcorrido o tempo previsto, a disponibilidade de tais Sedes retorna ao Pontífice Romano.

5. Excomunhão ipso facto para os que favorecerem a hereges ou cismáticos.

Incorrem em excomunhão ipso facto todos os que conscientemente ousam acolher, defender ou favorecer aos desviados ou lhes dêem crédito, ou divulguem suas doutrinas; sejam considerados infames, e não sejam admitidos a funções públicas ou privadas, nem nos Conselhos ou Sínodos, nem nos Concílios Gerais ou Provinciais, nem ao Conclave de Cardeais, ou em qualquer reunião de fiéis ou em qualquer outra eleição. Serão também impedidos e não poderão participar de nenhuma sucessão hereditária, e ninguém estará ademais obrigado a responder-lhes acerca de nenhum assunto. Se tiver algum a condição de juiz, suas sentencias carecerão de toda validez, e não se poderá submeter nenhuma outra causa a sua audiência; ou se for advogado, sua defesa será tida por nula, e se for escrivão seus papéis carecerão por completo de eficácia e vigor. Ademais os clérigos serão privados também pela mesma razão, de todas e cada uma de suas igrejas, inclusive catedrais, metropolitanas, patriarcais e primazes; de suas dignidades, mosteiros, benefícios e ofícios eclesiásticos inclusive como já se disse, qualquer que seja o grau e o modo de sua obtenção. Tanto Clérigos como leigos, inclusive os que obtiveram normalmente e que estiverem investidos das dignidades mencionadas, serão privados sem maiores trâmites de seus reinos, ducados, domínios, feudos e de todos os bens temporais que possuam, seus reinos, ducados, domínios, feudos e bens serão propriedade pública, e como bens públicos haverão de produzir um efeito de direito, em propriedade daqueles que os ocupem pela primeira vez, sempre que estes estiverem sob nossa obediência, ou de nossos sucessores os Romanos Pontífices, eleitos canonicamente, na sinceridade da Fé e em união com a Santa Igreja Romana.

6. Nulidade de todas as promoções ou elevações de desviados na Fé.

Agregamos que se em algum tempo acontecer que um Bispo, inclusive na função de Arcebispo, ou de Patriarca, ou Primaz; ou um Cardeal, inclusive na função de Legado, ou eleito Pontífice Romano que antes de sua promoção ao Cardinalato ou assunção ao Pontificado, tivesse se desviado da Fé Católica, ou houvesse caído na heresia ou incorrido em cisma, ou o houvesse suscitado ou cometido, a promoção ou a assunção, inclusive se esta houver ocorrido com o acordo unânime de todos os Cardeais, é nula, inválida e sem nenhum efeito; e de nenhum modo pode considerar-se que tal assunção haja adquirido validez, por aceitação do cargo e por sua consagração, ou pela subseqüente possessão ou quase possessão de governo e administração, ou pela mesma entronização ou adoração do Pontífice Romano, ou pela obediência que todos lhe tenham prestado, qualquer que seja o tempo transcorrido depois dos supostos sobreditos. Tal assunção não será tida por legítima em nenhuma de suas partes, e não será possível considerar que se tenha outorgado ou se outorga alguma faculdade de administrar nas coisas temporais ou espirituais aos que são promovidos, em tais circunstancias, a dignidade de bispo, arcebispo, patriarca ou primaz, ou aos que tenham assumido a função de Cardeais, ou de Pontífice Romano, senão que pelo contrário todos e cada um desses pronunciamentos, feitos, atos e resoluções e seus conseqüentes efeitos carecem de força, e não outorgam nenhuma validez, e nenhum direito a nada.

7. Os fieis não devem obedecer, senão evitar aos desviados na Fé.

E em conseqüência, os que assim houvessem sido promovidos e houvessem assumido suas funções, por essa mesma razão e sem necessidade de se fazer nenhuma declaração posterior, estão privados de toda dignidade, lugar, honra, título, autoridade, função e poder; e seja lícito, em conseqüência, a todas e a cada uma das pessoas subordinadas aos assim promovidos e assumidos, se não se tivessem apartado da Fé, nem houvessem sido heréticos, nem houvessem incorrido em cisma, ou o houvessem suscitado ou cometido, tanto os clérigos seculares e regulares, ou mesmo que os leigos; e aos Cardeais, inclusive aos que tenham participado na eleição desse Pontífice Romano, que com anterioridade se apartou da Fé, e era ou herético ou cismático, ou que tivesse consentido em outros pormenores e os tenham prestado obediência, e se tivessem ajoelhado ante ele; aos chefes, prefeitos, capitães, oficiais, inclusive de nossa materna Urbe e de todo o Estado Pontifício; assim mesmo aos que por acatamento ou juramento, ou caução se tenham obrigado e comprometido com os que nessas condições foram promovidos ou assumiram suas funções, (seja-lhes licito) subtrair-se a qualquer momento e impunemente da obediência e devoção de quem foi assim promovido ou entraram em funções, e evitá-los como se fossem feiticeiros, pagãos, publicanos ou heresiarcas, o que não obsta que estas mesmas pessoas tenham que prestar sem embargo estrita fidelidade e obediência aos futuros bispos, arcebispos, patriarcas, primazes, cardeais ou ao Romano Pontífice, canonicamente eleito. E ademais para maior confusão desses mesmos assim promovidos e assumidos, se pretenderem prolongar seu governo e administração, contra os mesmos assim promovidos e assumidos (seja-lhes lícito) requerer o auxilio do braço secular, e não por isso os que se subtraem desse modo à fidelidade e obediência para com os promovidos e titulares, já ditos, estarão submetidos ao rigor de algum castigo ou censura, como se o exigissem pelo contrário os que cortam a túnica do Senhor.

8. Validez dos documentos antigos e derrogação somente dos contrários.

Não tem nenhum efeito para estas disposições as Constituições e Ordenanças Apostólicas, assim como os privilégios e letras apostólicas, dirigidas a bispos, arcebispos, patriarcas, primazes e cardeais, nem qualquer outra resolução, de qualquer teor ou forma, e com qualquer cláusula, nem os decretos, também os de motu próprio e de ciência certa do Romano Pontífice, ou concedidos em razão da plenitude apostólica, ou promulgados em consistórios, ou de qualquer outra maneira; nem tão pouco os aprovados em reiteradas ocasiões, ou renovados e incluídos no corpo do direito, ou como capítulos de conclave, ou confirmados por juramento, ou por confirmação apostólica, ou por qualquer outro modo de confirmação, inclusive os jurados por Nós mesmos. Considerando, pois essas resoluções de modo expresso e tendo-as como inseridas, palavra por palavra, inclusive aquelas que haveriam de perdurar por outras disposições, e enfim todas as demais que se oponham, por sua vez e de um modo absolutamente especial, derrogamos expressamente suas cláusulas dispositivas.

9. Decreto de publicação solene

A fim de que cheguem noticias certas das presentes letras a quem interessa, queremos que elas, ou uma cópia (referendada por um notário público, com o selo de alguma pessoa dotada de dignidade eclesiástica) sejam publicadas e fixadas na Basílica do Príncipe dos Apóstolos, e nas portas da Chancelaria apostólica, e no extremo da Praça de Flora por algum de nossos oficiais; e que é suficiente a ordem de fixar nesses lugares a cópia mencionada, e que a dita fixação ou publicação, ou a ordem de exibir a cópia sobredita, deve ser tida com caráter solene e legitimo, e que não se requer nem se deve esperar outra publicação.

10. Ilicitude das ações contrárias e sanção divina.

Portanto, a homem algum seja lícito infringir esta página de Nossa Aprovação, Inovação, Sanção, Estatuto, Derrogação, Vontade, Decreto, ou por temerária ousadia contradizer-lhes. Porém se alguém pretender atentar, saiba que haverá de incorrer na indignação do Deus Onipotente e de seus Santos Apóstolos Pedro e Paulo.

Dado em Roma, junto a São Pedro, aos 15 de fevereiro do ano da Encarnação do Senhor de 1559, 4º ano de nosso Pontificado.

Paulo IV.

O problema da reforma litúgica

domingo, 27 de março de 2011

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Salve Maria!

Para poder ler, clique no texto abaixo, assim ficará legível o resumo. Obrigada.



E antes que inocentes pensem que este "homem novo" seja uma coisa boa; porque este termo é muito usado na liturgia nova; saibam que este "homem novo" é produto não da ação de Deus e sim da vontade de iluministas, maçons, protestantes, ateus e toda corja que teima em permanecer dentro da Santa Igreja Católica, mas o Apóstolo João bem os descreveram:

"Eles saíram dentre nós, mas não eram dos nossos. Se tivessem sido dos nossos, ficariam certamente conosco. Mas isto se dá para que se conheça que nem todos são dos nossos" - 1João 2, 19


Eita coisa de doido!!!

quinta-feira, 24 de março de 2011

2 comentários
Tá certo, tá certo, eu sei que são hereges e sei bem o caminho que eles estão traçando para eles ... mas vem cá, engraçado é, não é??? Como diz o ditado se não fosse trágico seria cômico!

Dá-lhes filhotes de Lutero! E isto é apenas o cover ... ui!


O velho paganismo

quarta-feira, 23 de março de 2011

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Salve Maria!

Aqui Padre Paulo Ricardo fala sobre a Campanha da Fraternidade, este vídeo é o 2° de três vídeos, quem desejar vê-los estão no youtube.





Auto-Comunhão, UM SACRILÉGIO!

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

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Salve Maria!

Graças a Deus estou longe destes absurdos; pois na Santa Missa (Tridentina) não há perigo de ocorrer estas hediondices!

Porém, infelizmente, muitos AINDA estão nesta fria; pelas pessoas de boa fé ainda perco meu tempo  postando coisas em relação a "missa" moderna ou nova, como queiram.





Bem, Padre Paulo Ricardo na minha concepção fica muito a dever à Santa Tradição, mas é sacerdote e a parte docente da Igreja.

Também deixarei o link para quem desejar estudar o Documento por ele citado, clique em Redemptionis Sacramentum.

Cinco perguntas a que nenhum protestante consegue responder (mas qualquer católico consegue):

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

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Conheça o Site Hora de São Jerônimo! Clique AQUI!

1 - Por favor, diga-me uma razão para aceitar a Bíblia que um muçulmano não poderia usar para considerar o Corão inspirado por Deus.

R - Os católicos aceitamos a Bíblia como Palavra de Deus porque a Igreja que Cristo fundou e confiou a São Pedro (Mt 16,18), e que é a Coluna e Firmamento da Verdade (1Tim 3,15), diz que a Bíblia é Palavra de Deus. Como dizia Santo Agostinho, "creio nos Evangelhos porque a Santa Madre Igreja me diz para crer neles".


2 - Por favor, diga-me porquê você aceita apenas uma parte da Bíblia (afinal, a lista de livros que compõem o Novo e o Antigo Testamento foi determinada ao mesmo tempo - aliás, junto com o título de Mãe de Deus para Nossa Senhora - e você aceita apenas parte do Antigo Testamento), e com que autoridade você o faz.

R - Os católicos aceitamos a Bíblia em sua íntegra porque a lista de livros que a compõem foi definida pela Igreja em 397 d.C., sob a autoridade do Sucessor de Pedro Papa São Dâmaso I.


3 - Por favor, diga-me porque a Bíblia teria precisado de quase 1600 anos para ser entendida corretamente, se ela é teoricamente algo que qualquer um pode ler e entender.

R - Os católicos sabemos que a Bíblia não é algo que qualquer um pode ler e entender sem ajuda (2Pd 3,16, At 8,31), e sabemos que Cristo confiou a São Pedro, o primeiro Papa, a tarefa de tomar conta de Seu rebanho, a Igreja (Jo 21,15-17). Nós seguimos o que os Sucessores de Pedro nos transmitem.


4 - Por favor, explique como alguém pode saber se entendeu a Bíblia corretamente, se ele só pode confiar na Bíblia, e em mais nada; afinal existem cerca de 30.000 seitas protestantes no mundo, cada uma entendendo a Bíblia de maneira diferente e todas achando que estão certas.

R - Os católicos sabemos que é a Igreja que Cristo fundou e confiou a São Pedro (Mt 16,18), e que é a Coluna e Firmamento da Verdade (1Tim 3,15), quem tem a missão de ensinar (Mt 28,19), e que as Escrituras não devem sofrer interpretação particular (2Pd 2,20), pois quem o faz comete erros que o conduzem à perdição (2 Pd 3,16). Assim, sabemos que a explicação feita pela Igreja está certa, e está errada qualquer interpretação diferente desta.


5 - Por favor, prove usando apenas a Bíblia que ela é o que você considera que ela seja (ou seja, a única fonte de Verdade Revelada, composta pelos livros que você aceita, todos eles e só eles). Claro que todo mundo sabe que a Bíblia é Palavra de Deus, boa para o ensino, etc. e tal, mas por favor, tente provar que ela é a única fonte de Palavra de Deus, composta pelos livros que você aceita, todos eles e só eles.

R - Ao contrário dos protestantes, que acreditam na heresia chamada "Sola Scriptura", segundo a qual apenas a Bíblia é Palavra de Deus, os católicos sabemos que além da Bíblia, que não tem toda a Palavra de Deus e não está completa, (Jo 20,30-31; Jo 21,25; 2Ts 2,14), há ainda a Tradição Oral, também revelada por Deus, que deve ser seguida (2 Ts 2,15; 2Ts 3,6; 2Tm 1,13; 1 Cor 11,2; Gl 1,14, 1Tm 6,20; 2Tm 1,14; 2Tm 2,2, etc.). O próprio São Paulo, em At 20,35, cita palavras de Cristo que não estão em nenhum dos Evangelhos , dizendo aos bispos de Éfeso que eles devem lembrar-se delas. Sabemos ainda que os livros que compõem a Sagrada Escritura são os que a Igreja determinou em 397 d.C., mais de mil anos antes dos primeiros protestantes arrancarem sete livros de suas bíblias em 1517 d.C.

Autor: Carlos Ramalhete - Livre cópia e difusão do texto em sua íntegra com menção do autor.



O golpe de mestre de satanás!

domingo, 30 de janeiro de 2011

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O inimigo mortal do homem não perde tempo.

O Protestantismo arrancou meia Cristandade da Igreja. A Revolução Francesa e a democracia aniquilaram sua influência na esfera civil. Com o Concílio Vaticano II, chega finalmente ao seu coração.

“Liberdade”, “igualdade” e “fraternidade”, ideal assumido pela Igreja sob a nova face de “liberdade religiosa”, “colegialidade” e “ecumenismo”.

A jogada, envenenar o Corpo Místico de Cristo.

O meio, que a autoridade eclesiástica hasteie e imponha os princípios da Revolução.

O fim, a autodestruição da Igreja pela via da obediência
 

O golpe de mestre de satanás


Sabemos pelo Gênesis e melhor ainda pelo próprio Nosso Senhor que Satanás é o pai da mentira. No versículo 44, capítulo 8 do Evangelho de São João, Nosso Senhor interpela os judeus dizendo-lhes:

“Vós sois filhos do demônio, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai; ele foi homicida desde o princípio, e não permaneceu na verdade; porque a verdade não está nele; quando ele diz a mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira...”

Satanás é homicida nas perseguições sangrentas, pai da mentira nas heresias, em todas as falsas filosofias e nas palavras equívocas que estão na base das revoluções, das guerras mundiais, das guerras civis.

Não cessa de atacar Nosso Senhor em seu Corpo Místico: a Igreja. No curso da História empregou todos os meios, dos quais um dos últimos e mais terríveis foi a apostasia oficial das sociedades civis. O laicismo dos Estados foi e será sempre um escândalo imenso para as almas dos cidadãos. E é por esse subterfúgio que conseguiu laicizar pouco a pouco e fazer perder a fé numerosos membros da Igreja, a tal ponto que esses falsos princípios de separação da Igreja e do Estado, da liberdade das religiões, do ateísmo político, da autoridade que toma sua origem dos indivíduos, terminaram por invadir os seminários, os presbitérios, os bispados e até o Concílio Vaticano II.

Para fazer isso, Satanás inventou palavras chaves que permitiram que os erros modernos e modernistas penetrassem no Concílio: a liberdade foi introduzida mediante a Liberdade religiosa, ou Liberdade das religiões; a igualdade, mediante a Colegialidade, que introduz os princípios do igualitarismo democrático na Igreja e, finalmente, a fraternidade mediante o Ecumenismo que abraça todas as heresias e erros e oferece a mão a todos os inimigos da Igreja. O golpe de mestre de Satanás será, por conseguinte, difundir os princípios revolucionários introduzidos na Igreja pela autoridade da própria Igreja, pondo esta autoridade em uma situação de incoerência e de contradição permanente; enquanto este equívoco não for dissipado, os desastres se multiplicarão na Igreja. Ao se tornar equívoca a liturgia, se torna equívoco o sacerdócio, e tendo ocorrido o mesmo com o catecismo, a Fé, que não se pode manter senão na verdade, se dissipa. A própria Hierarquia da Igreja vive em um equívoco permanente entre a autoridade pessoal, recebida pelo sacramento da Ordem e a Missão de Pedro ou do Bispo e os princípios democráticos.

É preciso reconhecer que a trapaça foi bem feita e que a mentira de Satanás foi utilizada maravilhosamente. A Igreja vai destruir a si mesma por via da obediência. A Igreja vai se converter ao mundo herege, judeu, pagão, pela obediência, mediante uma Liturgia equívoca, um catecismo ambíguo e cheio de omissões e de novas instituições baseadas sobre princípios democráticos.

As ordens, as contra-ordens, as circulares, as constituições, as cartas pastorais serão tão bem manipuladas, tão bem orquestradas, mantidas pela onipotência dos meios de comunicação social, pelo que resta dos movimentos da Ação Católica, todos marxizados, que todos os fiéis honrados e os bons sacerdotes repetirão com o coração quebrado mas consentindo: Temos que obedecer! A quem, a que? Não se sabe exatamente: à Santa Sé, ao Concílio, às Comissões, às Conferências Episcopais? Qualquer um aqui se perde como nos livros litúrgicos, nos ordos diocesanos, na emaranhada bagunça dos catecismos, das orações do tempo atual, etcétera. Temos que obedecer, com perigo de se tornar protestante, marxista, ateu, budista, indiferente, pouco importa! Temos que obedecer através das negações dos sacerdotes, da inoperância dos Bispos, salvo para condenar àqueles que querem conservar a Fé, através do matrimônio dos consagrados a Deus, da comunhão aos divorciados, da inter-comunhão com os hereges, etc. Temos que obedecer! Os seminários se esvaziam e são vendidos como os noviciados, as casas religiosas e as escolas; se saqueiam os tesouros da Igreja, os sacerdotes se secularizam e se profanam em sua vestimenta, em sua linguagem, em sua alma!... temos que obedecer. Roma, as Conferências Episcopais, o Sínodo presbiterial o querem. É o que todos os ecos das Igrejas, dos jornais, das revistas repetem: aggiornamento, abertura ao mundo. Desgraçado seja aquele que não consente. Tem direito a ser pisoteado, caluniado, privado de tudo o que lhe permitiria viver. É um herege, é um cismático, que merece unicamente a morte.

Satanás conseguiu verdadeiramente um golpe de mestre: consegue fazer com que sejam condenados aqueles que conservam a fé católica por aqueles mesmos que a deveriam defender e propagar.

Já é tempo de encontrar novamente o senso comum da fé, de reencontrar a verdadeira obediência à verdadeira Igreja, oculta sob essa falsa máscara do equívoco e da mentira. A verdadeira Igreja, a Santa Sé verdadeira, o Sucessor de Pedro, os Bispos enquanto submetidos à Tradição da Igreja, não nos pedem e não nos podem pedir que nos tornemos protestantes, marxistas ou comunistas. Pois bem, se poderia crer ao ler certos documentos, certas constituições, certas circulares, certos catecismos que nos pedem que abandonemos a verdadeira Fé em nome do Concílio, de Roma, etc.

Devemos negar a tornarmo-nos protestantes, a perder a Fé e a apostatar como o fez a sociedade política depois dos erros difundidos por Satanás na Revolução de 1789. Recusamo-nos a apostatar, ainda que fosse em nome do Concílio, de Roma, das Conferências Episcopais.

Permanecemos aderidos, sobretudo, a todos os Concílios dogmáticos que definiram a perpetuidade de nossa Fé. Todo católico digno desse nome deve rejeitar todo relativismo, toda evolução de sua fé no sentido de que o que foi definido solenemente pelos Concílios em outros tempos deixaria de ser válido hoje e poderia ser modificado por outro Concílio, com maior ainda razão se é simplesmente pastoral.

(...)

Se parecemos estar em uma situação anormal é porque aqueles que hoje têm a autoridade na Igreja queimam o que antes haviam adorado e adoram o que antes era queimado.


Os que se apartaram da via normal e tradicional são aqueles que terão que voltar ao que a Igreja sempre ensinou e ao que sempre realizou.Como poderá ocorrer isso? Humanamente falando, parece sim que somente o Papa, digamos um Papa, poderá restabelecer a ordem destruída em todos os campos.


Mas é preferível deixar estas coisas à Providência divina.

No entanto, nosso dever consiste em fazer tudo para conservar o respeito à Hierarquia na medida em que seus membros ainda formam parte dela, e saber fazer a distinção entre a instituição divina à qual devemos estar muito aferrados, e os erros que podem professar alguns maus pastores. Devemos fazer o que for possível para iluminá-los e convertê-los com nossas orações, e nosso exemplo de mansidão e firmeza.


Excertos do Texto de Dom Marcel Lefebvre.

O "Jardim de Lutero" - agora é o fim mesmo!

sábado, 22 de janeiro de 2011

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Quem a Santa Madre Igreja sempre condenou, agora será homenageado - VEM JESUS!

"Jardim de Lutero"

Ecumênico iniciativa destina-se a Santa Sé


ROMA, quinta-feira, 20 de janeiro de 2011 (ZENIT.org) .- No domingo, dia 23 de janeiro será realizada uma celebração ecumênica na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, que será plantada uma árvore e abençoar geminadas com o projeto ecumênico "Jardim de Lutero", em Wittenberg, na Alemanha.

Isto foi declarado pelo Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, em comunicado, confirmando a participação do presidente do Conselho Pontifício, o Cardeal Kurt Koch, neste evento.

Durante o evento, o cardeal Koch, juntamente com o arcipreste da Basílica, Cardeal Francesco Monterisi, e Edmund Power Abade, e representantes de várias confissões cristãs e abençoar uma oliveira plantada ", como um sinal de comunhão ecuménica de inundação medida entre católicos e luteranos.
Esta iniciativa tem lugar dentro os eventos programados para a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, e "para comemorar a visita de uma delegação da Evangélica Luterana Igreja Unida da Alemanha, liderado pelo bispo Johannes Friedrich (Munique) .


Audiência com o Papa


A delegação da Evangélica Luterana Igreja Unida da Alemanha nestes dias em Roma para marcar os 500 anos da visita de Lutero a Roma.
É composto por representantes dezenove, inclusive responsável pelas relações com os católicos, o bispo Friedrich Weber (Braunschweig) e antigo primeiro-ministro da Baviera, Günther Beckstein.
A Igreja Unida nasceu da Reforma de Lutero, no século XVI, e inclui todos os fiéis luteranos na Alemanha (cerca de 18 milhões de pessoas), além de ser um papel influente na Federação Luterana Mundial.
A delegação tem agendado um encontro com o Papa na segunda-feira 24 de janeiro e uma série de reuniões com funcionários do Conselho Pontifício para a Unidade dos Cristãos sobre o estado atual do diálogo ecumênico.

Congregação alega na sua declaração, "o considerabñes resultados nas últimas décadas, são agora uma sólida base de comunhão entre luteranos e católicos."
"A reunião de São Paulo mostra mais uma vez que o diálogo entre as duas comunidades se tornou um fato da vida que o compromisso ecuménico da Igreja Católica, como observou o Papa João Paulo II na sua encíclica Ut unum sint, é irrevogável e irretratável ".

O Luthergarten ("Lutero Garden") é um jardim que começou a ser construída em Wittenberg, cidade-chave na história da Reforma, para comemorar os 500 anos desde a publicação do famoso 95 teses de Lutero.

Ele vai plantar 500 árvores, que será patrocinado por várias denominações cristãs, e que termina em 2017, ano do quinto centenário. Cada árvore plantada deve corresponder a uma outra árvore colocada em uma igreja de confissão que ele patrocina.


Está duvidando olha AQUI! É caríssimos, quem tiver olhos que vejam e ouvidos que ouçam, clame junto comigo: VEM JESUS! (...), e quem desejar continuar sendo cego, surdo e muito mudo sinta-se à vontade!

Isto é um absurdo! A única coisa que tenho para dizer é:

VEM JESUS SOCORRER SUA IGREJA!

Salve Maria!

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Excomunhão ipso facto para os que favoreçam a hereges ou cismáticos.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

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Bula Cum ex Apostolatus Officio
PAPA PAULO IV (Ano 1559)
SOBRE AS AUTORIDADES HERÉTICAS




(...)Incorrem em excomunhão ipso facto todos os que conscientemente ousem acolher, defender ou favorecer aos desviados ou lhes der crédito, ou divulguem suas doutrinas; sejam considerados infames, e não sejam admitidos a funções públicas ou privadas, nem nos Conselhos ou Sínodos, nem nos Concílios Gerais ou Provinciais, nem no Conclave de Cardeais, ou em qualquer reunião de fiéis ou em qualquer outra eleição.(...)

Que bonitinho ficam agora os ecumenistas de plantão e os defensores do Concílio Vaticano II, seus frutinhos e C&A !!!

Um relato impressionante.

domingo, 2 de janeiro de 2011

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Salve Maria!

Antes que pessoas desejosas em me "evangelizar" venham tentar explicar o que é "oração em línguas" e "repouso no espírito", quero esclarecer que por 10 anos participei da RCC. Eu fazia parte do "ministério" Pedro e da Rafael; quem participa deste movimento protestante (pq todos sabem que nasceu no seio protestante) e delirante sabe que falo da pregação e da cura. Poderia dar meu próprio relato sobre os absurdos que vivi, muitas vezes conduzida por outros, outras vezes por minhas próprias pernas, e tantas outras vezes sem meu consentimento. Quem sabe um dia ainda relato, por hora fiquemos com esta carta abaixo, escrita para o site Montfort. Fato é que peço perdão a Deus pelos 10 anos que agi como uma herege protestante, ensinando e levando outros ao mesmo erro; acreditando que um Concílio também protestante e maçon pudesse ter trago a "Primavera para a Igreja" (...), perdão meu Deus pela soberba de acreditar naquele tempo, que somente depois deste Concílio a Igreja se deixou mover pelo Espírito Santo! Quanto absurdo!

*****
Nome: Thais
Enviada em: 01/01/2002
Local: Campinas - SP,

Caro professor Orlando,

Salve Maria!

Quero primeiramente vos apresentar a minha alegria em poder contribuir com o pouco que sei sobre a Renovação Carismática a fim de que tal movimento, tão suspeito e tão infrutífero (como a árvore seca!) possa ser questionado e combatido.

Atendendo a vosso pedido, esta é uma pequena descrição das minhas infelizes lembranças em relação a certas "experiências" do movimento chamado renovação Carismática, a saber: a oração em línguas, o repouso no espírito e o baile do "Espírito". Relatarei na sequência em que os presenciei.


A oração em línguas

Todas as citações são do livro: "Os dons de cura do Espírito Santo" de Agnes Sanford, 5 edição, 1983, Paulinas, que trata da RCC. Segundo Sanford "Desde o começo a religião tem sido uma experiência subjetiva... e o cristianismo teria sido, durante a História, rebaixado em algo materialista ou racionalista"(pag. 8). Segundo os Carismáticos, a Igreja teria se esquecido do poder do Espírito Santo e de Sua atuação na História.

Ora, mas isso é falar que a Igreja esqueceu de Deus!

Mas "hoje em dia, há um despertar deste torpor, pela ênfase no poder do Espírito Santo que habita em nós e que nos transforma em novas criaturas. No mundo todo tem pessoas que impõe as mãos sobre outras e pedem, orando (em línguas) o batismo do Espírito"(pag. 9). O parênteses é meu. Todos poderiam receber este "batismo", batizados ou não, ou seja, católicos ou não. Este "batismo" seria a fonte dos demais "fenômenos de cura e libertação", seria o mesmo fogo que desceu sobre os Apóstolos em Pentecostes, seria um "novo Pentecostes".

Sanford relata seu batismo: "Deitei-me sobre as folhas dos pinheiros sentindo o calor do sol penetrando em todo o meu corpo. [...] Orei pedindo que a vida de Deus me fosse dada através dos raios de sol. Então o Espírito de Deus entrou de uma maneira inexplicável[...] e por um fração de segundo vivi com plena consciência da bem-aventurança da eternidade" (pag 19). Toda manifestação do Amor de Deus, deveria ser mística pois todo e qualquer tipo de racionalidade é condenada como sendo "barreira" para a ação do Espírito que 'é vento e sopra onde quer".

Bastaria pois, estar entregue a esta manifestação que se daria pelo dons, mais comumente o de línguas.

Sanford tem toda sua teoria sobre este Dom baseado no inconsciente coletivo de Jung: "Quando o homem não podia mais ouvir a voz direta de Deus, Ele falava pela linguagem obscura dos sonhos, movendo-se misteriosamente no íntimo do inconsciente[...] através de símbolos[...] que provém do inconsciente coletivo da raça"( pag 151). Para resgatar a idade dos sonhos, após a idade da razão, "o Espírito Santo fala no indivíduo e através dele, numa linguagem que a pessoa na sua consciência, não conhece. Isso é chamado Glossolália, ou falar em línguas" (pag 152) E apesar de esta linguagem ser considerada "inarticulada ou histeria" ( pag 150), segundo Sanford, ela teria suas razões pois "existe uma ligação misteriosa entre o inconsciente de uma pessoa e outra[...] que permitiria estabelecer relacionamento de pensamento com alguém que já viveu ou que ainda vai viver, ou mesmo, como a Bíblia repetidamente afirma, com os seres celestes" ( pag 152).

Que idéia mais espírita! Queria eu saber de que parte das Sagradas Escrituras esta senhora tirou tal absurdo!

Pois ela diz basear-se em I Cor 13, 1.: "Ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos...". Eu própria escutei várias vezes, que a oração em línguas seria "a língua do Céu ou dos anjos". A pessoa falaria uma "língua que o seu consciente desconhece mas que seu inconsciente (coletivo) conhece" ( pag 152). Parênteses meus.

Embora sendo uma manifestação "totalmente mística", haveria uma função para a glossolália: "a finalidade do Espírito é comunicar-nos sua força"( p 153). "A energia recebida por nós deve ser usada para formar a nova criação: o reino de Deus sobre a Terra"( p 155). Em outra parte do livro: "este Dom é um instrumento com o qual fazemos a nossa parte na construção do Reino".

O que este Dom me garantiria?

Sanford diz: "Muitas pessoas aprenderam que a salvação se realiza automaticamente quando aceitamos Jesus Cristo. Outros estão persuadidos de que o Espírito Santo tira todos os nossos temores e tentações. Algumas vezes, Ele o faz.". Esta idéia é visivelmente protestante.

Outra pergunta seria: Como funciona este Dom?

Sanford: "Pela imposição de mãos de maneira sacramental...assim que minhas palavras (do ministro) chegam à sua consciência (daquele que recebe a oração), as palavras de Deus fluem através do meu corpo e de minhas mãos para dentro de seu corpo e atingem seu inconsciente". Claro que os pobres ministros que conheci não sabiam disso, simplesmente impunham as mãos por crer ser esta a vontade de Deus.

Sobre os ministros, diz Sanford: "As pessoas precisam de um mediador, de pastores. Sabem disso, digam o que disserem as determinações regulamentares da sua igreja" (p 35).

Não da Igreja, mas da sua igreja, qualquer uma.

E mais "Pode ser que Deus pense em você quando diz : 'Apascenta os meus cordeiros"(p 30). Que interpretação absurda da ordem que N. Senhor dá a S. Pedro. Então qualquer um poderia ser ministro, padre ou não.

"Aquele que tem o Dom de línguas, não fala aos homens, mas direto com Deus, como Adão"(p. 159).

Sobre a confissão escreve Sanford: "para certas pessoas ela ainda tem sua força. Mas para outras ou ela não é possível, ou a sua força não é tão grande em virtude da falta de fé. Alegremo-nos portanto de que Deus não pode ser limitado por nenhum formulário, mas que seu Amor ainda vence barreiras para chegar até nós por caminhos além de nossa compreensão "(p 114) E como o Espírito lhe falaria?

Sanford: "...a voz do Senhor [...], é a voz serena e tranqüila que fala dentro de nosso ser. A compreensão da natureza das perturbações (em geral) é trazida por ele (Deus) do meu inconsciente" ( p 99). Parênteses meus.

Então eu já conheceria a natureza e as soluções para todos os problemas. Deus só faria que este conhecimento saísse do meu inconsciente.

Segundo Sanford, seria nossa obrigação escutar a "voz do Senhor"e obedecê-la.

E como convencer as pessoas?

Sanford: "Meu amigo[...] escrevo a você que está querendo obedecer o Senhor e procurar salvar aqueles que estão perdidos".

Só Deus sabe o quanto sofri e o quanto tantos sofrem por pensar que são infiéis a Deus, por não rezarem em línguas. Meus colegas me excluíam e me diziam que eu não devia ter fé, pois se a tivesse, Deus se teria manifestado.

Esta seria, então a "cura das lembranças feita pela 'transferência de pensamento' que é redenção. É a salvação da alma. É realizar através de Jesus a obra que nosso Senhor fez sobre a cruz"( p 120).

Esta frase me parece absurda, como esta senhora pretende realizar a obra de nosso Senhor se ela mesma afirma que Ele já a fez?

Como tratar a pessoa que está sendo curada?

"Mesmo que a pessoa diga seus segredos mais escabrosos[...] deve-se olha-lo como um filho de Deus, um santo de Deus...e transformar na imaginação as sombras em virtudes. Isso é redenção" ( p 131) "A terapia que cura as lembranças é chamada de perdão dos pecados...e o ato de ir ao ministro é a confissão. Esta é apenas a maneira estilizada pela qual a Igreja fez a oração para a cura da alma. Mas acaso ele (o pecador) precisa de mediador? Em muitos casos ele naturalmente não precisa. Não vamos ao confessionário toda vez que dizemos mentiras"(p 111) Parênteses meus.

Como assim?

Então não vamos ao confessionário quando pecamos, seria ele inútil, ou melhor, serviria apenas para curar as lembranças e traumas da pessoa?

Afinal "Nosso Senhor, quando tomou sobre si os nossos pecados, uniu-se a nós. Tornou-se parte da mente coletiva da raça, parte de sua consciência está nas profundezas do homem. Quando o invocamos, ele sai da consciência da raça e fica conosco, então o pecado recebe um golpe mortal...e nós passamos a ser a nova criação" (p 119) Seríamos então a nova criação por simplesmente invocar o nome de Nosso Senhor de maneira mágica. Deve ser por isso que meus colegas invocavam tantas vezes o nome do Senhor, como se fosse uma fórmula, repetindo-o à exaustão.

A oração em línguas é um conjunto desconexo de sílabas e é falada ou cantada, normalmente "provocada" pela presença do SS. Sacramento ou de um oração livre à SS. Virgem. Era acompanhada de revelações de visões interiores, nas quais haveria algum ensinamento moral de confiança em Deus (sempre e apenas confiança!). Em seguimento, sempre alguém teria tido uma iluminação sobre uma passagem bíblica (qualquer uma, vinha o nome do livro, o capítulo e o versículo) a ser lida como mensagem de Deus ao grupo.

Nesses "retiros", como seria inevitável, ocorriam graves incidentes morais: uso de drogas e outros, sendo que ouvi falar que foram achados preservativos usados, e até mesmo uma menina que teria voltado grávida do retiro.

Os sinais de conversão seriam ou a oração em línguas, ou um choro descontrolado, sendo que cheguei a ver pessoas se debatendo e rolando no chão, pessoas com contrações musculares violentas, pessoas que falavam sozinhas, que olhavam para o nada com expressão apática.

Presenciei dois casos interessantes em que uma garota teve que ser retirada do local, totalmente apática, sendo que não respondia a chamados, e embora não estivesse sendo violenta, apenas horas depois ela teria voltado ao normal. Outro caso foi o de uma colega que teria ficado muda após a "experiência", sendo que nenhum médico foi capaz de detectar a causa e a menina só voltou ao normal semanas depois.

O repouso no Espírito

Presenciei este "fenômeno", num retiro menor, com cerca de vinte pessoas. Eram programadas grandes vigílias noturnas de adoração ao SS. Sacramento. Naquela noite, nas trevas, além da oração em línguas ocorreria também o repouso no qual N. Senhor "nos levaria a descansar nos prados e campinas verdejantes". Nós "descansaríamos em Deus, sendo uma experiência prévia do céu". Consistia em ficar alguns segundos de olhos fechados e concentrado, ou de pé ou sentado, e abandonar o corpo (como num desmaio), permanecendo no chão, tendo visões e delírios sobre o céu (ou fingindo ter); tudo isso realizado diante do SS. Sacramento. Para que as pessoas não se machucassem ao cair, havia aqueles que se encarregavam de segurar os colegas e deitá-los no chão. As pessoas permaneciam nesse estado de letargia por meia hora, mais ou menos, sendo que alguns dormiam...

O Baile do "Espírito"

A mais demoníaca das experiências foi o baile. Não me constranjo em dizer tal coisa pois, uma experiência que nos retira de todo o controle de nós mesmos, não só racional, mas físico e espacial, em que se perde a noção de quem se é, para misturar-se a um grupo coeso e massificado controlado por não sei quem, em que movimentos são feitos inspirados por "nada" e que não levam a lugar algum, só podem ser do demônio.

Num terceiro retiro fomos convidados a participar de um baile, de uma festa, em que dançaríamos a noite toda, no escuro, e que nosso par seria o "Espírito Santo". Para que isso pudesse ser realizado, todos estaríamos descalços, sem relógios, pulseiras e brincos e andaríamos ou dançaríamos a esmo de olhos fechados, num certo salão que tinha suas portas fechadas e vigiadas. Eu quis sair, não me deixaram. Inevitavelmente, os mais empolgados, trombavam-se constantemente, tropeçavam e caíam, apesar do fato de haverem jovens "responsáveis" por não permitir que se trombassem. A única coisa que não podia era: abrir os olhos. Enquanto isso, tocava-se uma música romântica que levava os presentes a chorar e aos poucos as pessoas iam caindo no chão, pois havia começado o "repouso". Viam-se pessoas com os braços erguidos, pessoas orando em línguas, pessoas impondo as mãos, pessoas no colo umas das outras, e invariavelmente eu mesma pisava em alguns colegas, sem querer. Tinha entendido o porquê de se tirar os sapatos!

Eu não podia crer, professor, que a minha salvação estivesse em perigo, caso não falasse em línguas (eu era batizada, comungava, era crismada..), tinha me cansado da hipocrisia dos que se diziam "santos" e me tentavam como demônios...eram inúmeros os palavrões. Recusei ser coordenadora do grupo, coloquei-me contra um seminarista que insistia em que eu rezasse em línguas (nem que eu tivesse que fingir!), foi o escândalo. Mas o que mais me consumia de raiva era a irreverência com o SS. Sacramento, tocar-Lhe, sendo que chegavam a dormir (!), na capela, só para estar "pertinho" de N. Sr.

Graças ao bom Deus, isso agora é passado, e espero que este relato ajude aqueles que apenas esperam uma luz, uma saída para continuarem sendo católicos (ou mesmo se converterem) sem ter que entrar então na Teologia da Libertação, que acreditava eu, ser a única alternativa à RCC.

Bendito o Santo Deus e a Sua Santa e única Igreja

Thais Lombardi
2002

Sessão de descarrego? Centro kardecista? Não gente é RCc!

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A velha MENTIRA.

sábado, 18 de dezembro de 2010

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Salve Maria!


Num mundo onde até a “verdade” é relativa fica complicado entender o que seja a mentira. Pois cada um tem uma óptica, cada pessoa tem a sua realidade e dependendo até mesmo de sua cultura e do meio em que vive, o que é verdade para alguns pode ser uma mentira para outros!


Fácil para nós entendermos isto, facílimo!


Deus também em sua onisciência tem conhecimento desta nossa dificuldade e vindo ao encontro de nossas fraquezas e nossas limitações de entendimento, deixou um caminho muito certo para eliminarmos este relativismo em relação à verdade.


Ele nos deu Jesus, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, e Jesus mesmo nos afirma:


“Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.” (Jô 14, 6).

Quando lemos ou ouvimos o Governo, ONGs, Movimentos GLS (e mais tantas outras letras que podem vir somadas a esta sigla), enfim, quando nos deparamos com esta frase: “Ser gay é normal e natural!” Estamos mais uma vez diante do velho golpe do maligno, que sempre agiu através da mentira. O que é ser normal? Resposta: MODELO, REGRA. A normalidade muitas vezes se dá por conta de uma maioria em comum, sendo anormal aquele que contraria esta maioria. Observamos então que ser gay não é normal, pois a homossexualidade não é o modelo em nossa sociedade e muito menos a regra entre a realidade dos homens, pois a grande maioria é heterossexual. Podemos dizer sem medo que esta afirmação é uma MENTIRA!

Agora vamos analisar se é natural ser gay... o que é ser natural? Caso a resposta seja “ser comum”, já sabemos que o comum é ser heterossexual. Caso a resposta seja “característica própria de um Ser” então devemos analisar o que é próprio do Ser em questão, no caso, o Ser Humano. Nós fomos criados e existimos por graça de Deus e mesmo para aqueles que não crêem nisto, mesmo estas pessoas tem que concordar que temos uma finalidade, e temos leis naturais (natureza) que nos regem. A nossa finalidade como Ser criado à Imagem e Semelhança de Deus é adorar a Deus, servi-Lo na obediência e fidelidade, usufruir dos bens que Ele deixou sobre nosso domínio de forma que assim pudéssemos desenvolver as virtudes. Porém, caso eu tenha uma visão ateísta, mesmo assim tenho que entender que o “natural” é obedecer as leis da natureza e qual a principal delas? Resposta: A procriação! Todo animal é regido por esta lei, que tem a finalidade de evitar a extinção da espécie. Portanto analisando com olhos espirituais ou não,  podemos afirmar que “ser gay não é natural!” Quem afirma o contrário MENTE!

Provavelmente terão os que mesmo diante dos fatos vão ter argumentos estapafúrdios para tentar fazer apologia ao homossexualismo. Porque uma coisa é evitar o preconceito, outra bem diferente e perversa é fazer apologia daquilo que é anormal e contra a natureza. Para estas pessoas que lutam contra a VERDADE, eu termino minha reflexão com a resposta que Jesus deu aos Judeus:

“Por que não compreendeis a minha linguagem? É porque não podeis ouvir a minha palavra. Vós tendes como pai o demônio e quereis fazer os desejos de vosso pai. Ele era homicida desde o princípio e não permaneceu na verdade, porque a verdade não está nele. Quando diz a mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira. Mas eu, porque vos digo a verdade, não me credes. Quem de vós me acusará de pecado? Se vos falo a verdade, por que me não credes?” (Jô 8, 43-46).

A Colegialidade combate o papado

domingo, 12 de dezembro de 2010

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Orlando Fedeli

Um dos pontos que causou maior divisão nos debates do Vaticano II foi o da Colegialidade. Com razão de sobra a minoria dos Bispos, fiéis à doutrina de sempre, se opôs à tese da Colegialidade tal como foi exposta na Lumen gentium: "o supremo poder na Igreja teria sido dado por Cristo ao Colégio Apostólico e não somente a Pedro."


Esse gravíssimo erro contra a Fé fora exposto por Justinus Febronius (Johann Nikolaus von Hontheim) em livro dedicado a Clemente XIII. Seus erros foram condenados especialmente por Pio VI, no Breve “SUPER SOLITATE PETRÆ”, de 28 de Novembro de 1786.


A Colegialidade foi aprovada no Vaticano II, porque a minoria fiel se deixou embair por uma Nota Prévia, posta incrivelmente no final do documento, NOTA à qual jamais se deu importância e nem jamais se levou em conta. Pudera ! Uma NOTA PRÉVIA acrescentada no final de um documento...
O resulatdo é que a Colegialidade foi posta em prática na Igreja, nivelando os Bispos ao Papa; nas dioceses, nivelando o Bispo aos Padres; e enfim, nas paróquias, nivelando Padres e leigos. Desse modo, o Vaticano II atendeu à exigencia da Maçonaria – dos Homens de Boa Vontade—de democratizar a Igreja.


Hoje, a Colegialidade é o meio a que recorrem os Bispos para não obedecerem ao que ordena o Papa Bento XVI. João Paulo II mandou colocar confessionários na igrejas. Praticamente ninguém o obedeceu.
Bento XVI mandou trocar, na Consagração do vinho, o “por todos” pela tradução correta -- “por muitos”--exatamente como Jesus disse na fórmula da consagração do vinho. Ninguém atendeu à ordem de Bento XVI.
O Papa, por meio do Motu Proprio Summorum Pontificum, mandou liberar a celebração da Missa de sempre (Tridentina) qualquer padre podendo rezá-la sem precisar pedir permissão aos Bispos.
Os Bispos se opõem teimosamente a obedecer a essa ordem do Papa, exigindo condições que o Papa não colocou, como a de que os que pedem a Missa de sempre deveriam saber latim. É o que insistem em dizer, no Brasil, entre outros, o Arcebispo de Ribeirão Preto, Dom Joviano, que preside a Comissão de Liturgia da CNBB; Dom Bruno Gamberini, Arcebispo de Campinas; e Dom Vilson Dias de Oliveira, Bispo de Limeira, que até Missa afro celebrou. (Será que ele conhece o Yoruba? ). E Dom Vilson alegou que age assim porque o Núncio Apostólico no Brasil o aconselhou a fazer isso...


Será verdade?...


Isso comprometeria gravemente o próprio Núncio Apostólico. Bento XVI criou o Instituto do Bom Pastor com o direito de celebrar exclusivamente a Missa de sempre (Tridentina). Os Bispos, especialmente os da França, oposuseram-se duramente ao IBP.
Agora, Bento XVI levantou a excomunhão que pesava sobre os quatro Bispos da Fraternidade São Pio X.
Uma furiosa tempestade foi montada, aproveitando as desastrosas e absurdas declarações de Dom Williamson, para sabotar o perdão concedido aos Bispos de Dom Lefebvre. E quanto mais um Bispo se mostra ecumênico para com os piores hereges, mais radicalmente ele se oporá à FSSPX e ao Papa que dela se aproximou.


Mais recentemente, Bento XVI “ousou” nomear um sacerdote anti modernista como Bispo auxiliar de Linz, na Áustria. Nova tempestade foi desencadeada pelos Bispos da Áustria liderados pelo Cardeal de Viena. A oposição foi tal que o padre colocou sua nomeação episcopal nas mãos do Papa. E essa nomeação infelizmente foi revogada. Só pode ser nomeado Bispo quem as Conferênias Episcopais e sua claque aprovarem. Quem agora nomeia, então, os Bispos é o Papa... desde que sua escolha agrade os modernistas.


Neste ano, a Maçonaria comemora internacionalmente o centenário do evolucionista Darwin, cujas teorias foram já completamente desbaratadas -- ou desmacacadas -- pela ciência. Por incrível que pareça, Cardeais da Cúria organizaram um Congresso Internacional no Vaticano para discutir a teoria darwinista e tentar provar que ela é “harmônica” com a doutrina da Igreja, tal como a expõem os gnósticos modernistas, seguidores do herege Teilhard de Chardin, o falsificador do fóssil de Piltdown e do Sinantropus Pekinensis,


Pasmem! Esse Congresso, realizado no Vaticano, teve o apoio inclusive financeiro da Fundação Templeton, bem conhecida como maçônica. E nesse Congresso, dirigido pelo Cardeal Levada, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, quando um cientista quis defender o criacionismo, teve arrancado o fio de seu microfone, para que não fosse ouvido.


Quem manda então no Vaticano? A que voz obedece o Cardeal Levada ?

Neste dias, Dom José Cardoso Sobrinho, o valente e digno Arcebispo de Olinda e Recife, declarou excomungados os que patrocinaram e fizeram diretamente um aborto de duas crianças. Dom José Cardoso apenas afirmou a doutrina católica contra o aborto, e aplicou o que está decretado no Código de Direito Canônico. De novo a Mídia “teológica", os hereges modernistas de todos o graus e condições, levantaram uma absurda onda de condenação do Arcebispo que agiu catolicamente.


Quatro Bispos franceses se manifestaram contra o Arcebispo de Olinda e Recife por ter sido ele fiel à doutrina e à Moral católicas, assim como ao que tem dito reiteradamente o Papa Bento XVI, determinando que o aborto é crime punido com excomunhão latae setentiae, isto é automática, no próprio ato do crime cometido. E ai veio o pior:


“Numa tribuna publicada domingo, 15 de Março, pelo "L'Osservatore romano", o quotidiano do Vaticano, o presidente da Pontifícia Academia pela Vida critica a decisão de excomungar as pessoas envolvidas no caso da menininha que abortou no Brasil, e lhe assegura a proximidade e a misericórdia da Igreja”
Monsenhor Fisichella – Rino para os íntimos – escreveu um artigo em que se derrama sentimentalmente com relação à “bambina” que abortou dois gêmeos, e critica o Arcebispo de Olinda e Recife pela declaração de excomunhão que ele lançou contra os médicos abortistas e contra a mãe da menina que consentiu nesse duplo assassinato por aborto.


Graças a Deus, a Cúria de Olinda e Recife lançou um documento desmontando o que demagogicamente escrevera esse Monsenhor Fisichella, que melhor ficaria como Presidente da Anti Pontifícia e Herodiana Academia pela Morte dos Inocentes.


Mas que um Bispo da Cúria Romana se atreva a escrever um artigo no Osservatore Romano, jornal oficioso do Papa, criticando um Arcebispo fiel ao Papa, à doutrina e à moral católicas é um escândalo inaudito.


Quem manda no Vaticano? Quem tem o poder das chaves ? Será o Colégio dos Bispos modernistas?


Esse é o fruto da Colegialidade do Vaticano II: a revolta descarada contra o que o Papa manda e ensina. A Colegialidade está em duelo aberto e público contra o Papado. Febronius entrou na Cúria.
Ou o Papa demite esses modernistas dos postos em que estão entrincheirados na Cúria, ou Bento XVI fica prisioneiro inerme desses hereges. É o papado que está em jogo. É a Igreja que está sendo humilhada em Bento XVI.


Da árvore má do Vaticano II nasceu a Colegialidade como fruto antipapal. E esse fruto está produzindo os escandalosos miasmas atuais. Os Bispos modernistas estão matando juridicamente o Papa Bento XVI. Estão lhe tirando as chaves de São Pedro das mãos. O que é pior que matar fisicamente o papa.


E quem fica então com as chaves do papado?


Certamente não são só "fisichelas", nem só os "kaspers" e os "res". Quem parece decidir é... la voce del Padrone dos hereges modernistas “grandes defensores do Vaticano II” e de sua Colegialidade.


Nossa Senhora, Medianera de todas as graças lhe dará a vitória . Porque a Igreja é imperecível.


São Paulo, 18 de Março de 2009.