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Meu Senhor e meu Deus!

segunda-feira, 25 de abril de 2011

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Salve Maria!

Aqui está a Luz da Luz; o VERBO de Deus! O próprio Deus! A ELE TODA HONRA E TODA GLÓRIA!



Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-Vos.
Peço Vos perdão para os que não crêem, não adoram, não esperam e não Vos amam.
 


Afinal, isto é desconhecimento da verdade ou desobediência pura?

sexta-feira, 18 de março de 2011

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Salve Maria!

Dada a soberba dos homens e também ao desejo de se igualar a Deus, muitos se acham dignos de receberem a Santa Eucaristia em pé e pelas suas próprias mãos!

Alegando que as mãos são membros do corpo da mesma forma que a língua, esquecem que a língua é o órgão do corpo humano trono da Verdade, ou pelo menos deveria ser! Nela o sacerdote deposita a Plenitude da Verdade que é Cristo; para a partir daí, nós sustentados por Ele usemos este órgão somente para glória de Deus!

"Por reverência a este sacramento [a Santa Eucaristia], nada o toca a não ser o que é consagrado; por isso o corporal e o cálice são consagrados, e, da mesma forma, as mãos dos sacerdotes para tocar este Sacramento". - São Tomás de Aquino (1225-1274); Suma Teológia, Pars III, Q.82, Art. 3, ad 8)



"O fato de só os padres darem a Santa Comunhão com suas mãos consagradas é uma Tradição Apostólica." - Infalível e Dogmático Concílio de Trento (1545-1565)


"Tocar as espécies sagradas e distribuí-las com suas próprias mãos é um privilégio dos ordenados [sacerdotes]". - Papa João Paulo II; Dominicae Cenae, sec. 11.


"Aquele que O come e O bebe sem distinguir o Corpo do Senhor, come e bebe a sua própria condenação." I Cor 11, 29.





 

Auto-Comunhão, UM SACRILÉGIO!

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

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Salve Maria!

Graças a Deus estou longe destes absurdos; pois na Santa Missa (Tridentina) não há perigo de ocorrer estas hediondices!

Porém, infelizmente, muitos AINDA estão nesta fria; pelas pessoas de boa fé ainda perco meu tempo  postando coisas em relação a "missa" moderna ou nova, como queiram.





Bem, Padre Paulo Ricardo na minha concepção fica muito a dever à Santa Tradição, mas é sacerdote e a parte docente da Igreja.

Também deixarei o link para quem desejar estudar o Documento por ele citado, clique em Redemptionis Sacramentum.

Uma história sobre o verdadeiro valor e zelo que devemos ter pela Eucaristia

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

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 Alguns meses antes de sua morte, o Bispo Fulton J. Sheen foi entrevistado pela rede nacional de televisão: 

"Bispo Sheen, milhares de pessoas em todo o mundo procuram imitar o exemplo vossa eminência. Em quem o senhor se inspirou? Foi por acaso em algum Papa?" 

O Bispo Sheen respondeu que sua maior inspiração não foi um Papa, um Cardeal, ou outro Bispo, sequer um sacerdote ou freira. Foi uma menina chinesa de onze anos de idade.
Explicou que quando os comunistas apoderaram-se da China, prenderam um sacerdote em sua própria reitoria, próximo à Igreja. O sacerdote observou assustado, de sua janela, como os comunistas invadiram o templo e dirigiram-se ao santuário. Cheios de ódio profanaram o tabernáculo, pegaram o cálice e, atirando-o ao chão, espalharam-se as hóstias consagradas. Eram tempos de perseguição e o sacerdote sabia exatamente quantas hóstias havia no cálice: trinta e duas.
Quando os comunistas retiraram-se, talvez não tivessem percebido, ou não prestaram atenção, a uma menininha, que rezando na parte detrás da igreja, viu tudo o que ocorreu. À noite, a pequena regressou e, escapando da guarda posta na reitoria, entrou no templo.
Ali, fez uma hora santa de oração, um ato de amor para reparar o ato de ódio. Depois de sua hora santa, entrou no santuário, ajoelhou-se, e inclinando-se para frente, com sua língua recebeu Jesus na Sagrada Comunhão. (Naquele tempo não era permitido aos leigos tocar a Eucaristia com suas mãos).
A pequena continuou regressando a cada noite, fazendo sua hora santa e recebendo Jesus Eucarístico na língua. Na trigésima noite, depois de haver consumido a última hóstia, acidentalmente fez um barulho que despertou o guarda. Este correu atrás dela, agarrou-a, e golpeou-a até mata-la com a parte posterior de sua arma.
Este ato de martírio heróico foi presenciado pelo sacerdote enquanto, profundamente abatido, olhava da janela de seu quarto convertido em cela. Quando o Bispo Sheen escutou o relato, inspirou-se de tal maneira que prometeu a Deus que faria uma hora santa de oração diante de Jesus Sacramentado todos os dias, pelo resto de sua vida. Se aquela pequena pôde dar testemunho com sua vida da real e bela Presença do seu Salvador no Santíssimo Sacramento então, o bispo via-se obrigado ao mesmo. Seu único desejo desde então seria atrair o mundo ao Coração ardente de Jesus no Santíssimo Sacramento.
A pequena ensinou ao Bispo o verdadeiro valor e zelo que se deve ter pela Eucaristia; como a fé pode sobrepor-se a todo medo e como o verdadeiro amor a Jesus na Eucaristia deve transcender a própria vida.
O que se esconde na Hóstia Sagrada é a glória de Seu amor. Todo o mundo criado é um reflexo da realidade suprema que é Jesus Cristo. O sol no céu é apenas um símbolo do filho de Deus no Santíssimo Sacramento. É por isso que muitos sacrários imitam os raios de sol. Como o sol é a fonte natural de toda energia, o Santíssimo Sacramento é a fonte sobrenatural de toda graça e amor.

Resumo de um artigo "Let the Son Shine" pelo Rvd. Martin Lucia

Comungar bem!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

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  Nossa Santa Igreja, desde o início, adverte os fiéis sobre a responsabilidade de receber dignamente – isto é, em estado de graça – o Santíssimo Sacramento da Eucaristia.
Já no início da Igreja, São Paulo Apóstolo exortava severamente os cristãos da comunidade de Corinto, com as seguintes palavras:
“Todas as vezes que comeis desse pão e bebeis desse cálice anunciais a morte do Senhor até que Ele venha. Eis por que todo aquele que comer do pão ou beber do cálice do Senhor indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor. Por conseguinte, que cada um examine a si mesmo antes de comer desse pão e beber desse cálice, pois aquele que comer e beber sem discernir o Corpo, come e bebe a própria condenação.” (1 Cor. 11,26-29).
Aprendemos no catecismo da infância que, para receber dignamente a Eucaristia, é necessário encontrar-se na graça de Deus, ou seja, não ter consciência de nenhum pecado grave. Quem teve a fragilidade de cometer uma falta grave, deve primeiro converter-se, isto é, mudar de comportamento e depois aproximar-se humildemente do sacramento da confissão para receber a absolvição. Então poderá receber digna e frutuosamente a comunhão eucarística.  
Nossa Santa Igreja continua a expor esta doutrina através dos séculos. O Servo de Deus Papa João Paulo II declarou oficialmente:
“Se o cristão tem na consciência o peso de um pecado grave, então o itinerário da penitência, através do sacramento da reconciliação, torna-se o caminho obrigatório para se abeirar e participar plenamente do sacrifício eucarístico” (ENCÍCLICA “ECCLESIA DE EUCHARISTIA” n. 37). Neste mesmo documento, o Papa transcreve a seguinte exortação proferida pelo grande doutor da Igreja São João Crisóstomo: “Também eu levanto a voz e vos suplico, peço e esconjuro para não vos abeirardes desta Mesa sagrada com uma consciência manchada e corrompida. De fato, uma tal aproximação nunca poderá chamar-se comunhão, ainda que toquemos mil vezes o corpo do Senhor, mas condenação, tormento e redobrados castigos”.
“O CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA (n. 1415) estabelece o mesmo princípio: “Quem quer receber a Cristo na comunhão eucarística deve estar em estado de graça. Se alguém tem consciência de ter pecado mortalmente, não deve comungar a Eucaristia sem ter recebido previamente, a absolvição no sacramento da penitência”.
Infelizmente, hoje em dia circulam teorias falsas afirmando que podem receber a comunhão eucarística pessoas que vivem habitualmente em situação de pecado, p. ex., casais que vivem em situação matrimonial irregular, ou seja, na assim chamada “segunda união”. Sobre este problema o mesmo Papa João Paulo II se pronunciou claramente na EXORTAÇÃO APOSTÓLICA “ FAMILIARIS CONSORTIO” n. 84. Eis suas palavras:  
“A Igreja, reafirma a sua práxis, fundada na Sagrada Escritura, de não admitir à comunhão eucarística os divorciados que contraíram nova união. Não podem ser admitidos, do momento em que o seu estado e condições de vida contradizem objetivamente aquela união de amor entre Cristo e a Igreja, significada e atuada na Eucaristia. Há, além disso, um outro peculiar motivo pastoral: se se admitissem estas pessoas à Eucaristia, os fiéis seriam induzidos em erro e confusão acerca da doutrina da Igreja sobre a indissolubilidade do matrimônio”.
O mesmo princípio foi reafirmado recentemente pelo atual Santo Padre Bento XVI na sua EXORTAÇÃO APOSTÓLICA “SACRAMENTUM CARITATIS” n. 29:
“O Sínodo dos Bispos confirmou a prática da Igreja, fundada na Sagrada Escritura (Mc 10, 2-12), de não admitir aos sacramentos os divorciados re-casados, porque o seu estado e condição de vida contradizem objetivamente aquela união de amor entre Cristo e a Igreja que é significada e realizada na Eucaristia”.
A insistência do Santo Padre, por meio de declarações oficiais e solenes, demonstra a atualidade e a importância pastoral deste problema. Quem tivesse a ousadia de defender a doutrina contrária afirmando que os que estão em situação de pecado e, especificamente aqueles que vivem “em segunda união matrimonial” podem receber a eucaristia, tal pessoa evidentemente estaria discordando do Vigário de Cristo na terra e colocando-se em grave situação de pecado, por estar induzindo outros a comungar sacrilegamente.
A Eucaristia, como já dizia Santo Tomás de Aquino, “é o bem máximo da Igreja”. O Concílio Vaticano II, declarou: “a Eucaristia é a fonte e ápice de toda a vida Cristã” (LUMEN GENTIUM n. 11).
Podemos então logicamente concluir que nossa vida eucarística é o termômetro de toda a nossa vida espiritual: se quisermos saber qual o atual nível de nossa vida espiritual, é suficiente examinar nossa devoção eucarística.

Dom José Cardoso Sobrinho

"Ministros" EXTRAordinários???

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

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Infelizmente certos setores do clero católico vêm regularmente desobedecendo às ordens do Papa em muitos aspectos da liturgia. O objetivo deles é claro: eles desejam diminuir o valor do sacerdócio e a sacralidade da ação litúrgica da Igreja.


Um dos instrumentos que mais têm sido usados para este torpe objetivo é o abuso regular e habitual dos chamados ministérios extraordinários. Os ministérios extraordinários são autorizações especiais que podem em raras ocasiões, por motivo de extrema necessidade, ser dadas a leigos para que ele cumpram algumas funções reservadas aos sacerdotes. Ao usar de forma habitual (logo irregular) estes chamados ministros extraordinários, a distinção querida por Deus entre sacerdote e fiel é diminuída, à semelhança do que queria Coré (Nm 16) e do que nos avisava São Judas (Jd 11) para que não fosse feito.


Dentre os ministérios extraordinários que podem em ocasiões especiais ser deputados a leigos, figura em lugar de destaque no rol dos abusos o ministério da Sagrada Comunhão (distribuição do Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo). Vejamos pois o que diz a Lei da Igreja acerca deste ministério extraordinário:


Na instrução "Inaestimabile donum", da Sagrada Congregação para os Sacramentos e o Culto Divino, emitida em 3.IV.1980, lemos que "Os fiéis, sejam religiosos ou leigos, que são autorizados como ministros extraordinários da Eucaristia só podem distribuir a Comunhão quando não há padre, diácono ou acólito, quando o padre está impedido por doença ou por idade avançada, ou quando o número de fiéis a receber a Comunhão é tão grande que torne a celebração da Missa excessivamente longa." (#10)


Na recente "Instrução acerca de algumas questões sobre a colaboração dos fiéis leigos no sagrado ministério dos sacerdotes", de 13.VIII.1997, o Santo Padre João Paulo II ordena:


"Artigo 8: §1. A disciplina canônica sobre o ministro extraordinário da sagrada comunhão deve, porém, ser corretamente aplicada para não gerar confusão. Ela estabelece que ministros ordinários da sagrada comunhão são o Bispo, o presbítero e o diácono, enquanto é ministro extraordinário o acólito instituído ou o fiel para tanto deputado conforme a norma do cân. 230, §3.


(...)


§2. Para que o ministro extraordinário, durante a celebração eucarística, possa distribuir a sagrada comunhão, é necessário ou que não estejam presentes ministros ordinários ou que estes, embora presentes, estejam realmente impedidos. Pode igualmente desempenhar o mesmo encargo quando, por causa da participação particularmente numerosa dos fiéis que desejam receber a Santa Comunhão, a celebração eucarística prolongar-se-ia excessivamente por causa da insuficiência de ministros ordinários.


Este encargo é supletivo e extraordinário e deve ser exercido segundo a norma do direito. (...)


Para não gerar confusão, devem-se evitar e remover algumas práticas que há algum tempo foram introduzidas em algumas Igrejas particulares, como por exemplo:


(...)


- o uso habitual de ministros extraordinários nas Santas Missas, estendendo arbitrariamente o conceito de « numerosa participação ».


(...)


São revogadas as leis particulares e os costumes vigentes, que sejam contrários a estas normas, como igualmente quaisquer eventuais faculdades concedidas ad experimentum pela Santa Sé ou por qualquer outra autoridade a ela subalterna.


O Sumo Pontífice, no dia 13 de Agosto de 1997, aprovou em forma específica a presente Instrução, ordenando a sua promulgação."


Seguem-se assinaturas dos prefeitos e presidentes da Congregação para o Clero, do Conselho Pontifício para os Leigos, da Congregação para a Doutrina da Fé, da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, da Congregação para os Bispos, da Congregação para a Evangelização dos Povos, da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica e do Conselho Pontifício para a Interpretação dos Textos Legislativos


Trata-se portanto de documento aprovado em forma específica pelo Santo Padre, ou seja, com força de lei, assinado também pelos prefeitos, presidentes e secretários de todas as congregações vaticanas que possam ter algo a ver com o assunto. É Lei da Igreja!


Ora, o que podemos perceber nela?


1 - O uso de ministros extraordinários da Sagrada Comunhão (também chamados "ministros extraordinários da Eucaristia") só pode ocorrer quando não há padre, ou quando o padre estiver realmente impedido.


2 - O uso habitual destes "ministros" é proibido, e não pode ser justificado pela quantidade de pessoas que normalmente vão à Missa. O Santo Padre ensina que fazê-lo é estender "arbitrariamente o conceito de numerosa participação".


3 - Foram revogadas quaisquer autorizações que tenham já sido dadas para que os Senhores Bispos usem Ministros leigos extraordinários de forma habitual na distribuição da Sagrada Comunhão.


O que podemos fazer a respeito disso?


1 - Lembrar aos sacerdotes e bispos que estão desobedecendo à Lei da Igreja, o que é pecaminoso, ao usar de forma habitual ministros leigos na distribuição da Sagrada Comunhão.


2 - Mostrar a todos o que a Lei da Igreja manda fazer.


3 - Não receber a comunhão ilicitamente das mãos de um leigo; o ideal é evitar as paróquias onde esta prática ocorre, se isto for possível.

 
Fonte: Hora de São Jerônimo.

A DIVINA EUCARISTIA

sábado, 29 de maio de 2010

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A EUCARISTIA: PONTE ENTRE NOSSA VIDA E A VIDA DE JESUS

É interessante ver que o Senhor realizou as Suas maiores obras nas últimas horas de Sua vida terrena. Sua Paixão, começando com a agonia no Monte das Oliveiras até o Seu último suspiro na cruz, é obra maior do que todos os Seus milagres juntos e, por isso, estas horas foram as mais decisivas da vida do Senhor. Se Ele não tivesse passado estas horas de Sua Paixão, nós ainda não seríamos redimidos. Faltaria o mais importante daquilo que fez em nosso favor.

Afinal, foi no alto da Cruz que Ele consumou a Sua obra, dizendo "Tudo está consumado!"

Por ser obra tão grande, perfeita e importante, a Paixão de Jesus sempre ficará presente na história, como escreve o Catecismo da Igreja Católica: "Quando chegou Sua hora, viveu o único evento da história que não passa: Jesus morre, é sepultado, ressuscita dentre os mortos e está sentado à direita do Pai 'uma vez por todas'. É um evento ... único ... (que) abraça todos os tempos e nele se mantém presente" (cf. Cat. 1085). Este texto do Catecismo nos fala claramente: a Paixão, morte e ressurreição do Senhor é algo presente também em nossos dias. E se perguntarmos como isso é possível, devemos olhar para o Mistério da Santíssima Eucaristia. O Senhor não abandonou os Apóstolos sem antes ter deixado o Santíssimo Sacramento, que é a perpetuação de tudo o que Ele tinha feito em favor de Seus amados.

Isto é algo que nós homens nunca conseguiremos imitar. Podemos, por exemplo, filmar um acontecimento e depois ver novamente o que aconteceu no filme. Por exemplo, o filme de Mel Gibson sobre a Paixão de Cristo, mesmo se fosse uma filmagem de Jesus mesmo em Sua Paixão, é muito diferente daquilo que é a Santa Missa. Este filme seria menos real do que aquilo que acontece na Missa, pois mostraria como foi a Paixão, mas na Paixão mesma não mudaria nada, enquanto a celebração da Santa Missa faz presente o acontecido de tal maneira que misteriosamente podemos participar naquilo que Jesus fez nestas horas e receber o fruto de Sua obra maravilhosa.

Ao instituir o Santíssimo Sacramento, o Senhor deu aos homens a possibilidade de viver perto d'Ele e de unir cada instante da vida com a Sua obra e Sua vida, Sua Encarnação, Paixão, morte e ressurreição. Com isso, Ele quis provocar uma mudança radical de toda nossa vida. Em seguida, vamos tentar aplicar isso a nosso trabalho, pois o Senhor quer mudar também o sentido do trabalho humano por meio da Santíssima Eucaristia.



A SANTÍSSIMA EUCARISTIA E O TRABALHO HUMANO

Já no início de Seu discurso sobre o Pão da vida disse: "Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela que dura até a vida eterna, que o Filho do Homem vos dará" (Jo 6, 27). Quer dizer que ao instituir o Santíssimo Sacramento, o Senhor quis mudar realmente o sentido de nosso trabalho. "Trabalhai não pela comida que perece" é uma palavra que toca a raiz de nossa existência, pois todo homem tem que trabalhar para ganhar o pão de cada dia, senão vai morrer de fome. E o próprio São Paulo nos exorta: "Quem não quiser trabalhar, não tem o direito de comer" (2 Tess 3, 10).

A Santíssima Eucaristia é algo tão precioso que não pode haver coisa alguma em nossa vida sem relação com este "Santíssimo e Diviníssimo" Mistério. Quando o Senhor nos admoesta "Trabalhai não pela comida que perece", podemos perceber por detrás destas palavras a Sua preocupação de que, ao começar a trabalhar pelo pão que perece e pelas coisas terrenas - nos esqueçamos do grande Dom da Santíssima Eucaristia. O Senhor não quer que trabalhemos sem nos aproximar mais do Pão celeste por meio deste mesmo trabalho.

E, de fato, o nosso trabalho tem uma ligação íntima com a Santíssima Eucaristia. Não reza o sacerdote no ofertório da Santa Missa: "Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de Vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora Vos apresentamos, e para nós se vai tornar Pão da vida"?

Por meio desta prece, o sacerdote oferece todo nosso trabalho ao Pai Celeste. Desta maneira tudo o que fazemos é transformado e é participação na obra do Senhor. Mas não somente isso, até podemos dizer que sem o trabalho humano nem haveria Missa, pois não teríamos pão se ninguém semeasse o trigo e o colhesse, se outro não fizesse deste trigo farinha, se outro não fizesse da farinha uma massa e desta massa um pão.

Vemos que o sentido de nosso trabalho não é simplesmente ganhar dinheiro, o sustento da vida, por mais necessário que seja isso, mas o trabalho tem um sentido muito mais profundo. E a Santa Missa nos revela este sentido: como o pão é feito por meio do trabalho humano e depois é transformado no Corpo de Cristo, assim todo nosso trabalho deve servir para a edificação do Corpo de Cristo, também pelo Seu Corpo Místico que é a Santa Igreja, o Reino de Deus na terra.

O Senhor poderia ter escolhido outra coisa, por exemplo, uma pedra preciosa para ser transformada em Seu Corpo e uma fruta saborosa a ser transformada em Seu Sangue, mas não quis assim. Usou pão, que desde o paraíso perdido o homem ganha "no suor de seu rosto", e com isso nos ensina que sem esforço humano, sem trabalho da parte dos homens, Ele não quer realizar o mistério da transubstanciação. O Senhor não quer converter qualquer coisa em Seu Corpo, mas escolheu o pão que exige de nossa parte a colaboração para preparar o Divino Mistério, como também quer a colaboração dos sacerdotes na transformação do pão em Seu Corpo. "Trabalhai, não pela comida que perece" eis a razão de nosso trabalhar: o Pão do céu!

Recebemos um salário pelo trabalho, e assim deve ser. Mas, ao ofertar o nosso trabalho ao Senhor na Missa pelas mãos do sacerdote, Ele aceita também tudo o que fizemos, se foi na reta intenção que o realizamos, e nos "paga" também o salário: nos dá o Pão do céu! Este é o verdadeiro salário de nossas obras. São as moedas celestes, as graças que nos fazem merecer entrar pela porta do céu.

fonte: http://www.opusangelorum.org/pt/

Sobre Comungar em Pé

quarta-feira, 12 de maio de 2010

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Por Vagner C.Da Silva


“Livrai-me, Senhor, de meus inimigos, porque é em vós que ponho a minha esperança.Ensinai-me a fazer vossa vontade, pois sois o meu Deus.Que vosso Espírito de bondade me conduza pelo caminho reto”. (Sl 142, 9s) “...fazer vossa vontade, meu Deus, é o que me agrada, porque vossa lei está no íntimo de meu coração”.(Sl 39,9)

Dizia Santo Agostinho de Hipona:

"Vem, Senhor, iluminar as trevas do meu coração.Concede-me a fé verdadeira, a esperança firme, a caridade perfeita e a clara visão para cumprir Tua Vontade”. (Santo Agostinho de Hipona)

E também dizia Beata Paula Frassinetti:

“Vontade de Deus, tu és o meu Paraíso!” (Beata Paula Frassinetti)

Ora caríssimos, o que importa é fazer a VONTADE DE DEUS!

Sobre comungar em pé, digo-vos que é da vontade de Deus que se comungue de joelhos e não em pé! Vejamos porque:

1º- “Por isso Deus o exaltou soberanamente e lhe outorgou o nome que está acima de todos os nomes, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho no céu, na terra e nos infernos”.(Fl 2,9-10)

2º- “...Por minha vida, diz o Senhor, diante de mim se dobrará todo joelho, e toda língua dará glória a Deus” (Rm 14,11)

3º- “...todo joelho deve dobrar-se diante de mim...” (Is 45,23)

4º- "Vinde, inclinemo-nos em adoração, de joelhos diante do Senhor que nos criou" (Sl 94,6)

Ai esta bem colocado a vontade de Deus quando nos colocamos a sua Presença.Devemos nos AJOELHAR.Ora, por acaso não se acredita que Jesus Cristo é Deus?Por acaso o Sacramento da Eucaristia não é o Próprio Deus, feito carne.Não se diz: “HOC EST ENIM CORPUS MEUM - ISTO É O MEU CORPO”?Ora, se Jesus é Deus e Deus Verdadeiro, e se a Santa Eucaristia é o Próprio Deus, com o seu Corpo, Alma, Sangue e Divindade, então porque não se AJOELHA para recebê-lo?

O Papa São Pio X, nos descreve como devemos nos apresertar no ato de receber a Sagrada Comunhão:

"No ato de receber a Sagrada Comunhão, devemos estar de Joelhos, com a cabeça medianamente levantada, com os olhos modestos e voltados para a Sagrada Hóstia" (Catecismo Maior do Papa São Pio X, top. 640)

Quem não se ajoelha para receber Nosso Senhor Jesus Cristo, ou não pode por motivo de doença, ou é orgulhoso (soberbo)!Se for por motivo de doença, ajoelhe com o seu coração!Mas se você é saudável e pode ajoelhar e não o faz, lembre-se da fala de São Pedro Apóstolo que diz sobre os soberbos:

"...revesti-vos de humildade, porque Deus resiste aos soberbos, mas dá a sua graça aos humildes" (I Pd 5,5).

E também São Tiago diz:

"Por isso, ele diz: Deus resiste aos soberbos, mas dá sua graça aos humildes" (Tg 4,6)

E o Espírito Santo disse:

"Assim como sai um hálito fétido de um estômago estragado, assim como a perdiz atrai para a armadilha, e o cabrito para os laços, assim é o coração dos soberbos, e daquele que está à espreita para ver a ruína do próximo" (Eclo 11,32).

Alguém poderá dizer: 'Eu não ajoelho, nem por isso eu arruíno o meu próximo!'.

Para quem pensa assim, trago a fala de Santa Catarina de Sena, que diz:

"O meu primeiro próximo sou eu mesmo" (Santa Catarina de Sena - O Diálogo)

E por isso São Bento de Núrsia, dizia em sua santa Regra, quanto aos monges dar e receber alguma coisa:

"...ninguém ouse dar ou receber alguma coisa sem ordem do Abade, nem ter nada de próprio, nada absolutamente, nem livro, nem tabuinhas, nem estilete, absolutamente nada, já que não lhes é lícito ter a seu arbítrio nem o próprio corpo nem a vontade" (São Bento - Regra)

E disse São Paulo Apóstolo:

"Não sabeis que sois o templo de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós?Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá.Porque o templo de Deus é sagrado - e isto sois vós." (I Cor 3,16-17)

São Paulo Apóstolo, diz que nós somos o templo de Deus e que o Espírito Santo mora em nós, isto é depois do batismo, através da graça santificante.E não podemos expulsar o Espírito Santo, pecando mortalmente, pois isso é como destruir o templo, no qual fala o Santo Apóstolo, e quem morrer, ou seja pecar mortalmente, e não se emendar com Deus através do sacramento da Confissão até no último dia de sua vida; permancendo em estado de pecado mortal, diz o Apóstolo: "Deus o destruirá", ou seja irá para o inferno!E ele termina dizendo que o nosso corpo é sagrado.Por isso que eu devo fazer a Vontade de Deus, rejeitando a minha, para não profanar o meu corpo, e não pecar mortalmente!

Também devemos lembrar que a Soberba é um dos SETE PECADOS CAPITAIS, ou sete vícios capitais.Vícios que são próprios do Demônio!

Se você pode ajoelhar e não o faz porque não o quer, você é soberbo e está arruinando a você mesmo!

Por ventura alguém poderá citar o tópico 90 da Declaração: REDEMPTIONIS SACRAMENTUM (CONGREGAÇÃO PARA O CULTO DIVINO E A DISCIPLINA DOS SACRAMENTOS), que diz:

«Os fiéis comunguem de joelhos ou em pé, de acordo com o que estabelece a Conferência de Bispos», com a confirmação da Sé apostólica. «Quando comungarem em pé, recomenda-se fazer, antes de receber o Sacramento, a devida reverência, que devem estabelecer as mesmas normas».

Ora veja como foi muito mal elaborada essa declaração, sobre o tópico acima.Pois pode o homem que recebeu autoridade de Deus ir contra o próprio Deus?Ora deveria essa declaração ter dito e citado as quatro passagens das Sagradas Escrituras que mandam comungar de joelhos, pois é da Vontade de Deus e é a Sua palavra; é a sua DOUTRINA!

Disse Deus sobre Sua palavra:

As minhas palavras, "são palavras sinceras, puras como a prata acrisolada, isenta de ganga, sete vezes depurada" (Sl 11,7)

“Passará o céu e a terra, antes que desapareça um jota, um traço da lei” (Mt 5,18)

Sabem porque?Nosso Senhor Jesus Cristo responde:

Porque “as palavras que vos tenho dito são espírito e vida!”(Jo 6,63)

E disse também:

"...bem-aventurados aqueles que ouvem a palavra de Deus e a observam!" (Lc 11,28)

Pois a Palavra de Deus é:

"É Viva, eficaz, mais penetrante do que uma espada de dois gumes e atinge até a divisão da alma e do corpo, das juntas e medulas, e discerne os pensamentos e intenções do coração" (Hb 4,12)

"É Doce" (Hb 6,5)

"É Cura para todas as coisas" (Sb 16,12)

"É Provada, é um escudo para quem se fia em Deus" (Pr 30,5)

"É Verdadeira e não permanece na mentira" (I Jo 10)

"É Semente incorruptível, viva e eterna" (I Pd 1,23)

"É Eterna" (I Pd 1,24; Is 40,8)

"Não se deixa acorrentar" (II Tm 2,9)

"É Pura" (II Sm 22,31; Sl 17,31)

"É Santa" (At 10,44)

"É o capacete da salvação e a espada do Espírito" (Ef 6,17)

"É sustentadora do Universo" (Hb 1,3)

"É Reta, e em todas as suas obras resplandece a fidelidade" (Sl 32,4)

E sobre a Doutrina disse:

"Tomai meu jugo sobre vós e recebei minha doutrina, porque eu sou manso e humilde de coração e achareis o repouso para as vossas almas.Porque meu jugo é suave e meu peso é leve" (Mt 11,29-30)

E disse São Paulo Apóstolo sobre a Doutrina de Nosso Senhor:

"Certa é esta doutrina, e quero que a ensines com constância e firmeza, para que os que abraçaram a fé em Deus se esforcem por se aperfeiçoar na prática do bem. Isto é bom e útil aos homens" (Tt 3,8)

E em outra parte disse o santo Apóstolo:

"Recomenda esta doutrina aos irmãos...alimentado com as palavras da fé e da sã doutrina que até agora seguiste com exatidão" (I Tm 4,6)

E São João Evangelista disse:

"Todo aquele que caminha sem rumo e não permanece na doutrina de Cristo, não tem Deus. Quem permanece na doutrina, este possui o Pai e o Filho"(II Jo 1,9)

E São Paulo Apóstolo faz uma crítica justa:

"Quem ensina de outra forma e discorda das salutares palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo, bem como da doutrina conforme à piedade, é um obcecado pelo orgulho, um ignorante, doentio por questões ociosas e contendas de palavras. Daí se originam a inveja, a discórdia, os insultos, as suspeitas injustas, os vãos conflitos entre homens de coração corrompido e privados da verdade, que só vêem na piedade uma fonte de lucro" (I Tm 6, 3-5)

Para terminar, adverte-nos Nosso Amável Senhor Jesus Cristo:

"Aplicai os ouvidos para ouvir minha voz, sede atentos para escutar minha palavra!" (Is 28,23)."Eu não mudarei minha palavra dada" (Sl 88,35).Pois ela "é justiça no último dia" (Jo 12,48).E "ela não falha!" (Tb 14,6).Então, "não sejas incrédulo à minha palavra" (Eclo 16,29)."Quem menosprezar a minha palavra perder-se-á; quem respeitar o meu preceito será recompensado" (Pr 13,13).Pois "quem ouve as minhas palavras com atenção, encontra a felicidade" (Pr 16,20)

Então que todo o joelho se dobre na presença de Deus!

Para os Leigos sobre comungar com as mãos e distribuírem o Santa Comunhão

sexta-feira, 7 de maio de 2010

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Por Vagner C.Da Silva

Observai as falas de Santa Teresa de Lisieux, que dizia:

"Sinto em mim a vocação de SACERDOTE.Com que amor, ó meu Jesus, não te carregaria nas mãos, quando à minha voz, Vós descesses do Céu...Com que amor te não daria às almas!...Mas, que fazer?Com todo o desejo de ser sacerdote, admiro e invejo a humildade de São Francisco de Assis, e sinto a vocação de imitá-lo, quando recusou a sublime dignidade do sacerdócio" (Santa Teresa de Lisieux - História de uma alma)

Ora, Santa Teresa de Lisieux, inflamada pelo amor de Deus, expressou essas lindas palavras que nos edificam!Observam bem todos os leigos, que ela não tocava no Corpo de Cristo, pois ela mesma disse: "Com que amor, ó meu Jesus, não te carregaria nas mãos...".Isso se ela fosse sacerdote.E também não pregava, não fazia leituras durante a Santa Missa, pois ela mesma disse: "quando à minha voz, Vós descesses do Céu". Pois ela não era sacerdote. É preciso que o sacerdote fale para que aconteça a Transubstanciação! É próprio do Sacerdote pregar na Assembléia! Ela não pregava, pois observava o que diz São Paulo Apóstolo: "A mulher ouça a instrução em silêncio, com espírito de submissão. Não permito à mulher que ensine nem que se arrogue autoridade sobre o homem, mas permaneça em silêncio" (I Tm 2,11-12)E em outra parte o Santo Apóstolo disse: "é impróprio para uma mulher falar na assembléia" (I Cor 14,35). E Também não distribuía a Santa Eucaristia (Nosso Senhor Jesus Cristo), pois ela mesma disse: "Com que amor te não daria às almas". E olhando para São Francisco de Assis, Santa Teresa de Lisieux, fica admirada com a humildade dele, em recusar o Santo Sacramento da Ordem. Agora eu pergunto:

Porque São Francisco de Assis recusou o santo sacramento da Ordem? E respondo: "Ele não se julgava digno de tocar em Jesus Cristo, uma vez que o maior nascido de mulher, que é São João Batista não era digno de desatar as sandálias Dele, pois disse São João Batista: 'Eu vos batizo na água, mas eis que vem outro mais poderoso do que eu, a quem não sou digno de lhe desatar a correia das sandálias (Lc 3,16)'". Vejam bem que São João Batista disse que não era digno de desatar a correia das sandálias de Nosso Senhor Jesus Cristo. Muito menos tocar nele. Pois somente os sacerdotes podem tocar no Corpo de Cristo e distribuí-Lo! Pois essa é a GRANDE DIGNIDADE DELES!

O Santo e Infalível Concílio de Trento determinou:

"Na comunhão sacramental sempre foi costume na Igreja de Deus receberem os leigos a comunhão das mãos do sacerdote (...).Com razão e justiça se deve conservar este costume como proveniente da Tradição apostólica" (Sessão XIII, cap.8)

O Catecismo do Concílio Trento também ensina:

"Devemos ensinar que só aos sacerdotes foi dado o poder de consagrar a Sagrada Eucaristia e distribuí-la aos cristãos. Sempre foi praxe na Igreja que o povo fiel recebesse o sacramento pelas mãos dos sacerdotes (...).Assim definiu o Santo Concílio de Trento e determinou que esse costume devia ser religiosamente conservado, por causa de sua origem apostólica e porque Cristo Nosso Senhor nos deu o exemplo, quando consagrou seu corpo Santíssimo, e por suas próprias mãos O distribuiu aos Apóstolos" (Catecismo do Concílio de Trento, II-IV,65).

Então recolhe ó Sacerdote a DIGNIDADE que Deus lhe deu!

Quem comunga diretamente com as mãos, não sabe que em suas mãos ficam partículas da Sagrada Hóstia que acabam caindo no chão e são pisadas! E quem assim procede não sabe que em cada partícula está verdadeiramente Nosso Senhor Jesus Cristo e seu Corpo, Alma, Sangue e Divindade! E se você comungar uma Hóstia Consagrada de um metro, ou uma de 1 milímetro, está comungando 100% Nosso Senhor Jesus Cristo! E derrubando uma destas minúsculas partículas, derruba-se Nosso Senhor Jesus Cristo, e quem pisoteia essa partícula, pisa em Nosso Senhor Jesus Cristo! Eis ai o GRANDE PECADO, O QUAL NÃO SE ACHA EM SATANÁS, POIS ELE NUNCA PISOU E NUNCA PISARÁ EM NOSSO SENHOR JESUS CRISTO!CERTAMENTE SATANÁS INVEJA AQUELE QUE NÃO TENDO A DIGNIDADE DO SACERDÓCIO, COMUNGA ASSIM MESMO COM AS MÃOS, DERRUBANDO E PISANDO EM NOSSO SENHOR JESUS CRISTO!!! Coisa que ele nunca conseguiu fazer!!!
Para quem diz que nas pequenas partículas da hóstia consagrada, não está verdadeiramente Nosso Senhor; confiram a excomunhão proferida pelo SANTO CONCÍLIO DE TRENTO:

"Se alguém disser que no admirável sacramento da Eucaristia, depois da consagração, não estão o corpo e o sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, mas somente no uso, quando se recebe, e não antes nem depois; e que nas hóstias ou partículas consagradas, que se guardam ou sobram depois da comunhão, não permanece o verdadeiro corpo do Senhor - seja excomungado" (SACROSSANTO CONCÍLIO DE TRENTO, Sessão XIII, Cap.8, cân.4)

E para quem joga as espécies consagradas no chão, cai em excomunhão proferida pelo Papa João Paulo II na Declaração Redemptionis Sacramentum, confira:

"Quem joga por terra as espécies consagradas, e as leva ou retém com uma finalidade sacrílega, incorre em excomunhão latae sententiae reservada à Sé apostólica" (REDEMPTIONIS SACRAMENTUM - CONGREGAÇÃO PARA O CULTO DIVINO E A DISCIPLINA DOS SACRAMENTOS; tópico 107)

Também São Tomás de Aquino (1225-1274)referindo ao assunto diz: "Por reverência a este sacramento [a Santa Eucaristia], nada o toca a não ser o que é consagrado; por isso o corporal e o cálice são consagrados, e, da mesma forma, as mãos dos sacerdotes para tocar este sacramento". (Suma Teológica, Pars III, Q. 82, Art. 3, ad 8)

E o Concílio De Trento (1545-1565) diz: "O fato de só os padres darem a Santa Comunhão com suas mãos consagradas é uma Tradição Apostólica."

E o Papa João Paulo II (1978-2005) disse: "Tocar as espécies sagradas e distribuí-las com suas próprias mãos é um privilégio dos ordenados [sacerdotes]". (Dominicae Cenae, sec. 11)

Devemos também receber a santa Comunhão diretamente na boca, pois o Papa Santo Eutiquiano (275-283): Proibiu os fiéis de receberem a Santa Hóstia nas mãos.

E o Concílio de Constantinopla (680-681): Proibiu os fiéis de receberem a Santa Hóstia nas mãos, ameaçando os transgressores com a pena de excomunhão.

Já o Papa Paulo VI dizia que: "Este método [na língua] deve ser mantido." (Carta Apostólica "Memoriale Domini").

E o já citado Papa João Paulo II disse que: "Não é permitido que os próprios fiéis peguem o pão consagrado e o cálice sagrado, menos ainda que eles os passem uns para os outros." (Inaestimabile Donum, 17/04/1980, sec. 9).

E São Francisco de Sales ensina como se deve comungar: "Depois de pronunciares as palavras:'Senhor eu não sou digno, etc.'; já não deves mover a cabeça ou os lábios para rezar ou suspirrar; mas abrindo um pouco a boca e elevando a cabeça de modo que o padre possa ver o que faz, estende um pouco a língua e recebe com fé, esperança e caridade Aquele que é de tudo isso ao mesmo tempo o princípio, o objeto, o motivo e o fim". (São Francisco de Sales - Filotéia)

E o mesmo santo nos ensina que é do sacerdote que devemos receber a Santa Eucaristia: "O padre toma do altar o Salvador do mundo, que é o verdadeiro Filho de Deus, descido do céu, e o verdadeiro Filho da Virgem, saído da terra, como todos os homens, e te entrega para a alimentação de tua alma" (São Francisco de Sales - Filotéia)

E o Papa São Pio X descreve como devemos receber o Rei dos reis:

"No ato de receber a Sagrada Comunhão, devemos estar, (...) com a boca suficientemente aberta e com a lingua um pouco estendida sobre o lábio inferior (...)" (Catecismo Maior do Papa São Pio X; top. 640)

Ó leigos, acha mesmo que Nosso Senhor Jesus Cristo, teria perdido tempo de escolher doze discípulos, para administrar seu santíssimo corpo, se qualquer um fosse digno de fazê-lo?Que nós como leigos, possamos nos colocar no nosso lugar!Que possamos observar as falas de Santa Teresa de Lisieux e a santa humildade de São Francisco de Assis e a de São João Batista, que não tocaram no Corpo de Cristo, por não terem a GRANDE DIGNIDADE do Sacramento da Ordem!Enquanto nós leigos, devemos receber Nosso Senhor Jesus Cristo, diretamente na boca!Uma vez que não somos dignos de tocá-Lo!